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2010

OpenXML no debe ser ISO 29500 - Microsoft manda en ISO

by m.meixide
El hecho de que Microsoft y ECMA hayan anunciado públicamente antes que la propia ISO/IEC el resultado oficial de la segunda votación del previamente rechazado borrador de estándar DIS 29500, es un síntoma más sobre quién ha dado las órdenes en ISO durante todo el proceso. A ello se suma la larguísima lista de irregularidades que lo ha jalonado desde sus inicios a primeros del 2007 y tuvo un momento álgido en la reunión BRM de finales de febrero en Ginebra.

25 de Maio: Dia do Orgulho Geek | Ubuntu São Paulo

by tadeufilippini
25 de Maio: Dia do Orgulho Geek Pois é! Quem diria que em algum momento da história da humanidade comemoraríamos o dia do orgulho geek. Porém a data comemora desde 2006 o direito de ser um geek ou nerd, sendo escolhida em razão da premiere do primeiro longa metragem de Star Wars, em 25 de maio de 1977. Na mesma data se comemora também o dia da Toalha, para os fans do Guia do Mochileiro das Galáxias. Como presente aos geeks e nerds leitores do blog, deixo a charge abaixo: Para saber mais, dê uma olhadinha aqui e aqui.

Lançado o Livro Ubuntu – Guia do Iniciante - Revista Espí... - Software Livre Brasil

by tadeufilippini
Lançado o Livro Ubuntu – Guia do Iniciante 29 de Abril de 2010, por João Fernando Costa Júnior - Sem comentários ainda Tags deste artigo: iniciante guia ubuntu livro Visualizado 26 vezes Voltar a Comunidade da Revista Espírito Livre Lançado o Livro Ubuntu – Guia do Iniciante Hoje pela manhã, Carlos Eduardo do Val, o "kadu", disponibilizou seu livro para download. A Revista Espírito Livre está apostando nesta louvável iniciativa do autor. Abaixo reproduzimos o anúncio oficial: Capa_Ubuntu_17x24 " É com muita honra e orgulho que estou disponibilizando à todos os leitores do Orgulho Geek um trabalho de quase um mês e com muita colaboração. O Livro Ubuntu – Guia do Iniciante está disponível para download gratuíto em sua primeira edição e conta com oito capítulos, que tratam desde conceitos básicos para o uso do sistema, como por exemplo, como criar pastas (ideal para quem nunca usou um computador) e como instalar pacotes de codecs multimídia para reprodução de videos, músicas e DVDs, até conceitos básicos de virtualização de Desktops. Com pleno apoio da revista Espírito Livre, do prof. João Fernando Costa Júnior, até dicas inteligentes de André Gondim, responsável pelo time de tradução do Ubuntu no Brasil e do apoio do prof. Cesar de Souza, este livro tem aquilo que os livros de sucesso editorial têm: Linguagem fácil e informações relevantes. Neste momento, entra no time de apoio e divulgação também o conceituado Sr. Gilberto Sudré, que, entre outros trabalhos na imprensa capixaba, mostrou seu conhecimento no site Imasters, um dos melhores no Brasil em sua área de atuação. tudo isso para levar aos novos usuários (e aos interessados em começar) do Ubuntu informações úteis acessíveis em uma única obra. Apoiaram esta iniciativa também o blog Ubuntu Dicas (www.ubuntudicas.com.br), CAVVES (cavves.wordpress.com) e Meu Pinguim (www.meupinguim.com). Baixe o livro, aproveite e tire as dúvidas, e se desejar, pode divulgar. Aproveitem e leiam conteúdo adicional na revista Espírito Livre, que está em sua 13ª edição. No mais, meu muito obrigado à todos os envolvidos, àqueles que não citei e aguardem uma muito melhor e ampliada segunda edição." O download do livro pode ser feito no link abaixo: download_icon Um bate-papo sobre o lançamento do livro, acontecerá no dia 30/04, a sexta-feira, a partir das 18:00, na Praça de Alimentação do Shopping Vitória, em Vitória/ES. Nos vemos lá!

Revista Espírito Livre » Blog Archive » Lançado o Livro Ubuntu – Guia do Iniciante

by tadeufilippini
Lançado o Livro Ubuntu – Guia do Iniciante Posted by admin On abril - 29 - 2010 Hoje pela manhã, Carlos Eduardo do Val, o “kadu”, disponibilizou sua obra para download. A Revista Espírito Livre está apostando nesta louvável iniciativa do autor. Abaixo reproduzimos o anúncio oficial: Capa_Ubuntu_17x24 ” É com muita honra e orgulho que estou disponibilizando à todos os leitores do Orgulho Geek um trabalho de quase um mês e com muita colaboração. O Livro Ubuntu – Guia do Iniciante está disponível para download gratuíto em sua primeira edição e conta com oito capítulos, que tratam desde conceitos básicos para o uso do sistema, como por exemplo, como criar pastas (ideal para quem nunca usou um computador) e como instalar pacotes de codecs multimídia para reprodução de videos, músicas e DVDs, até conceitos básicos de virtualização de Desktops. Com pleno apoio da revista Espírito Livre, do prof. João Fernando Costa Júnior, até dicas inteligentes de André Gondim, responsável pelo time de tradução do Ubuntu no Brasil e do apoio do prof. Cesar de Souza, este livro tem aquilo que os livros de sucesso editorial têm: Linguagem fácil e informações relevantes. Neste momento, entra no time de apoio e divulgação também o conceituado Sr. Gilberto Sudré, que, entre outros trabalhos na imprensa capixaba, mostrou seu conhecimento no site Imasters, um dos melhores no Brasil em sua área de atuação. tudo isso para levar aos novos usuários (e aos interessados em começar) do Ubuntu informações úteis acessíveis em uma única obra. Apoiaram esta iniciativa também o blog Ubuntu Dicas (www.ubuntudicas.com.br), CAVVES (cavves.wordpress.com) e Meu Pinguim (www.meupinguim.com). Baixe o livro, aproveite e tire as dúvidas, e se desejar, pode divulgar. Aproveitem e leiam conteúdo adicional na revista Espírito Livre, que está em sua 13ª edição. No mais, meu muito obrigado à todos os envolvidos, àqueles que não citei e aguardem uma muito melhor e ampliada segunda edição.” O download do livro pode ser feito no link abaixo: download_icon Um bate-papo sobre o lançamento do livro, acontecerá no dia 30/04, sexta-feira, a partir das 18:00, na Praça de Alimentação do Shopping Vitória, em Vitória/ES. Nos vemos lá!

Primeiras impressões do Ubuntu 10.04

by tadeufilippini
Primeiras impressões do Ubuntu 10.04 Artigos Seja você fã ou não do Ubuntu, o fato é que essa criação da Canonical no momento é a distribuição Linux para desktops mais popular do planeta. A versão mais recente, a 10.04, é uma versão de suporte a longo prazo (ou LTS), ou seja, ela vai receber atualizações até 2013 (a edição para servidores ainda conta com mais dois anos). Várias mudanças foram feitas no Ubuntu 10.04 "Lucid Lynx", e eu estava curioso para ver o que a equipe do Ubuntu havia preparado. Antes de experimentar a nova versão, tive a oportunidade de conversar com Gerry Carr, chefe de marketing de plataforma da Canonical.

Pasta do perfil: onde os seus dados são armazenados

by tadeufilippini
Pasta do perfil: onde os seus dados são armazenados As informações colhidas durante o uso do Firefox, como cookies e favoritos, ficam dentro de um lugar chamado pasta do perfil. Ela é diferente da pasta onde o Firefox está instalado. Pode haver várias pastas de perfil em um mesmo computador. Cada uma é independente, permitindo que um mesmo Firefox seja executado com diferentes conjuntos de preferências. Console de erros Veja como achar a pasta do perfil usada no momento pelo Firefox: * Copie o texto abaixo (clique com o botão direito e selecione Copiar): var Ci=Components.interfaces;var p=Components.classes['@mozilla.org/file/directory_service;1'].getService(Ci.nsIProperties).get('ProfD',Ci.nsIFile).QueryInterface(Ci.nsILocalFile).path;var f=Components.classes['@mozilla.org/file/local;1'].getService(Ci.nsILocalFile);f.initWithPath(p);f.launch(); * Abra o Console de erros do Firefox (Ferramentas > Console de erros). * Cole no campo Código o texto copiado e clique em Executar. Arquivos do perfil Eis os arquivos do seu perfil. Eles armazenam suas extensões, cookies, senhas, favoritos, histórico e preferências. Veja alguns dos mais importantes: * bookmarkbackups: pasta contendo backups dos favoritos, criados periodicamente pelo Firefox. * extensions: extensões e temas são instalados nesta pasta. * searchplugins: mecanismos de pesquisa adicionados pelo usuário são salvos aqui. * cookies.sqlite: armazena os cookies. * places.sqlite: seus favoritos e histórico estão neste arquivo. * sessionstore.js: armazena janelas e abas que serão restauradas. * prefs.js: arquivo de preferências. Fonte: MozillaZine. Saiba mais * Gerenciador de perfis. * Backup completo do perfil. * Backup dos favoritos. * Os favoritos sumiram? Saiba como recuperá-los.

Gerenciador de perfis: um Firefox, vários configurações

by tadeufilippini
Gerenciador de perfis: um Firefox, vários configurações O Firefox permite criar vários perfis. Um perfil tem os seus próprios favoritos, histórico, extensões, formulários e outros dados. Caso ache que o Firefox não está estável como antes, uma solução rápida pode ser criar um perfil novo. Você pode copiar dados como os favoritos do perfil velho. Executar do Windows Para acessar o gerenciador de perfis, primeiro saia completamente do Firefox (Arquivo > Sair). No Windows, clique no botão Iniciar > Executar e escreva firefox -p. No Linux ou OS X use o terminal. Janela do gerenciador de perfis Normalmente na lista de perfis só há o perfil default. É criado automaticamente ao executar o Firefox pela primeira vez. Não exclua! É nele que estão suas informações atuais. Agora clique no botão Novo perfil e siga as instruções. Você pode criar quantos perfis quiser. Os seus dados anteriores não são modificados. Você pode voltar ao seu perfil antigo a qualquer momento iniciando pelo comando firefox -p. Veja também como localizar a pasta do computador onde estão os arquivos do seu perfil.

Clixtr, red social para compartir tus fotos a cada momento

by tadeufilippini
Clixtr, red social para compartir tus fotos a cada momento * Un vistazo a lo más personal de las disputas entre Google y Apple * Portada 0 comentarios Salva Castro 14 de marzo de 2010 ClixtrClixtr permite subir tus fotografías a la nube directamente, conviertiendo tu móvil en lo que según sus desarrolladores podría considerarse “una cámara social”. La idea tras Clixtr es simple, compartir imágenes basadas en el lugar en el que fueron tomadas usando las posibilidades de geolocalización de su aplicación para móviles, que de momento sólo cuenta con versión para iPhone. Así las fotos quedan organizadas en albumes y eventos que conviven en un mismo lugar y que podemos ver y consultar a través de la misma aplicación o bien en el sitio web de Clixtr. Lo interesante es que otros usuarios que estén en ese mismo lugar pueden contribuir y subir más fotografías y comentar en las que ya se han publicado. Además cada vez que subamos una foto al servicio ésta quedará compartida con las personas que en ese momento estén cerca del evento en cuestión. La clave para que un servicio de este tipo triunfe es sin duda el número de usuarios que lo usen, así que de momento Clixtr permanece como aplicación y servicio web gratuitos, así que si tenéis un iPhone y queréis probarlo, podéis hacerlo sin problema. Esperamos que más adelante lancen otras aplicaciones para Android, Blackberry o Symbian para abrir un poco más el target de usuarios al servicio. Vía | AppAdvice Sitio Oficial | Clixtr

Momento - Diary writing for iPhone and iPod touch

by karlcow & 1 other
<blockquote><p>Momento is a unique diary/journal writing app for iPhone & iPod touch,</p><p>which provides a quick and easy way to record 'moments' throughout your day.</p></blockquote>

Plugin tvalacarta para XBMC | Televisión a la carta

by m.meixide
tvalacarta es un plugin para XBMC, Plex y Boxee. Permite ver algunas de las cadenas de televisión locales, autonómicas y nacionales de España que ofrecen contenidos a la carta. De momento funciona con 21 canales de televisión: * Antena 3 * ADNStream * Barcelona TV * Clan TVE * EITB * Extremadura TV * Hogarutil * Canal Plus TV * Andalucía TV * TVE * TVE Mediateca * RTVV * Terra TV * Turbonick * TV3 * TVG * Mallorca TV * Meristation * 7rm * Internautas TV * Publico.tv

Estúdio Livre : Kdenlive

by tadeufilippini (via)
Kdenlive é um editor de vídeo não-linear que usa as bibliotecas do KDE, MLT e FFMPEG. Site Oficial do Kdenlivre: www.kdenlive.org Características: * 2 monitores video. * Linha do tempo com múltiplas pistas. * Mover e/ou redimensionar um ou mais grupos * Comunica-se com ferramentas externas como Konqueror. * Licença GPL Instalando no Ubuntu Jaunty (9.04) ou superior Essa é a instalção mais simples até o momento. Basta liberar os repositórios universe no ubuntu e mandar sudo apt-get install kdenlive dvgrab swh-plugins libfaad0 Depois rode o kdenlive. Ao iniciá-lo, um menu de configuração irá rodar. Escolha suas preferências. Feche o kdenlive e mande sudo apt-get install frei0r-plugins pronto. Sua instalção deverá estar funcionando Problemas com a renderização: O Ubuntu 9.04 está com uma incompatibilidade de bibliotecas mlt e mlt . a solução temporária e esta aqui: sudo apt-get update sudo apt-get upgrade sudo apt-get install libavcodec-unstripped-52 libavdevice-unstripped-52 libavfilter-unstripped-0 libavformat-unstripped-52 libavutil-unstripped-49 libpostproc-unstripped-51 libswscale-unstripped-0 sudo apt-get remove frei0r-plugins depois baixa esses arquivos: https://launchpad.net/~sunab/ archive/ppa/ files/libmlt 1_0.3.8-0ubuntu2~ppa1_i386.deb https://launchpad.net/~sunab/ archive/ppa/ files/libmlt -dev_0.3.8-0ubuntu2~ppa1_i386.deb Instalar eles com o Gdebi (só clicar com o botão direito) roda o kdenlivre de novo, roda o Settings>>Run WIZARD apt-get install frei0r-plugins Instalando no Ubuntu Gutsy (7.10) ou superior Simplesmente clique aqui para instalar ou através do Synaptic procurando pelo pacote kdenlive. Caso prefira fazer pela linha de comando: sudo apt-get -y --force-yes install kdenlive Instalando no Ubuntu Feisty (7.04) O Kdenlive pode ser facilmente instalado no Ubuntu através de pacotes do repositório Treviño's, que tem também outras coisas legais como o Kino 1.0 e o Ardour 2.0. O primeiro passo é adicionar a seguinte linha à sua lista de repositórios: deb http://download.tuxfamily.org/3v1deb feisty 3v1n0 (Pra ver a lista completa de todos os pacotes desse repositório vá em http://download.tuxfamily.org/3v1deb/dists/feisty/3v1n0/binary-i386/Packages ) O passo seguinte é atualizar a lista de pacotes: # aptitude update (isso também pode ser feito através do menu Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic) Para quem acabou de adicionar o repositório, o sistema apt vai reclamar dizendo que o repositório pode não ser seguro. Portanto, é legal adicionar as chaves gpg, o que pode ser feito com esses dois comandos no terminal (apenas lembrando que o '$' não é pra digitar, é só pra marcar o início de cada linha de comando; a segunda linha tem sim um '-' (menos) no final): $ gpg --keyserver subkeys.pgp.net --recv 2D6CFB44DD800CD9 $ gpg --export --armor 2D6CFB44DD800CD9 | sudo apt-key add - Depois disso é só mandar bala na instalação do pacote kdenlive através do Synaptic ou então no terminal mesmo: # aptitude install kdenlive Referências * Site Oficial: http://kdenlive.org/ * Fotos do software: http://kdenlive.sourceforge.net/screenshots.php

Momento - Diary writing for iPhone and iPod touch

by gregg & 1 other
Momento is a unique diary/journal writing app for iPhone & iPod touch, which provides a quick and easy way to record 'moments' throughout your day.

2009

ACPP

by tadeufilippini
Consagração da Associação Católica de Psicólogos e Psiquiatras à Nossa Senhora do Bom Conselho , durante o I Retiro Espiritual no dia 01 de março de 1997 - Pe. Jorge Tadeu Hermes . Maria , querida Mãezinha , nós agradecemos muito pela Vossa presença , pela Vossa intercessão , pelo Vosso carinho . Podemos sentir que estais presente aqui , junto de nós . Mãezinha amada , porque como Mãe , estais acompanhando com solicitude os nossos apelos , as nossas necessidades , intercedendo , adiantando-Vos querida Mãe , em interceder por nós , em dizer que “Acabou o vinho” , em dizer que estamos necessitados de Jesus . Mãezinha querida , primeiramente , nós queremos Vos louvar e agradecer , agradecer do fundo do coração , por toda esta Vossa assistência , intercessão , por todo este Vosso carinho . Querida Mãezinha , queremos Vos agradecer , porque em muitos de nós , creio que na maioria , foi plantada a fé , quando ainda no bercinho juntávamos as mãozinhas e rezávamos a “Ave Maria “ e nos consagrávamos à Vos. Querida Mãezinha , nós Vos agradecemos , e nós Vos louvamos , neste momento com gratidão, com muito carinho. Querida Mãe nós nos consagramos à Vós e à Vossa maternal proteção , ao Vosso maternal auxilio . Queremos unir à Vós , a nossa voz à voz dos Santos , à voz de todos aqueles anjos também , que estão ao Vosso dispor e queremos dizer : “Louvando à Maria o povo fiel . E à voz repetia de São Gabriel : Ave , Ave , Ave Maria . Ave , Ave , Ave Maria . “ .

MIS | ASSINE O INFORMATIVO

by tadeufilippini
Assine o informativo Para receber o informativo do MIS com a agenda da programação, cursos, seminários e demais atividades promovidas, basta preencher o formulário. A transmissão de dados é segura e você poderá, a qualquer momento, cancelar sua inscrição em descadastramento.

Guillermo Latorre

by tadeufilippini (via)
Guillermo Latorre Guillermo LatorreApasionado amante y defensor del software libre y de la cultura libre en general. Soy estudiante de Ingeniería Informática en la Universidad de Zaragoza, me enamoré perdidamente de internet desde el momento en que la conocí, y no he sabido apartarme de ella. Mi blog personal es HacheMuda.Com.

Linux: Como criar senha de root no Ubuntu [Dica]

by tadeufilippini (via)
Olá amigos, Isso é bem simples, como todo o Ubuntu. Após instalar o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Edubuntu, a senha digitada no momento da instalação é do usuário que irá usar o sistema e não do root. Esse usuário por sua vez irá possuir os seguintes privilégios: adm, dialout, cdrom, floppy, audio, dip, video, plugdev, lp. Como vocês podem ver, esse usuário lhe dará plenos poderes de usar todos os recursos de usuário avançado de seu Ubuntu, porém esse privilégio não te torna um (root). Então como criar o usuário ROOT? Isso é muito simples, basta abrir o console e digitar o seguinte comando: $ sudo passwd root password: (digite a senha criada na instalação) New Password Unix: (digite a senha que será do root) Repeat Password Unix: (repita a senha que será do root) Prontinho, você acaba de criar senha para o root. Agora para acessar o root digite: $ su password: (digite a senha do root) Beleza, agora você está como root. Espero ter ajudado!

Página Inicial - Scribus Brasil

by tadeufilippini (via)
Comunidade Scribus Brasil Bem vind@ ao site da comunidade brasileira ressem organizada para troca de conhecimentos sobre Scribus. Scribus é um software para diagramação de páginas ou desktop publishing. Quer saber mais? Tentamos listar documentações úteis. Tente dar uma lida nelas, por mais que você não se sinta atraído por textos do gênero, você terá uma boa idéia do que é possível fazer e no momento da dúvida saberá onde está a resposta. Nossas dicas são textos de membros da comunidade, aproveite e converse com o pessoal pela lista de discussão.

Móntate una encuesta con Google Docs en un momento

by m.meixide
¿Te gustaría montar una encuesta que pudiera cumplimentar cualquier internauta? ¿Lo quieres hacer sin disponer de un espacio Web o blog? ¿Quisieras que los resultados de la misma se te ofrecieran directamente en una hoja de cálculo para su más fácil tratamiento?

2008

A Vaca de Nariz Sutil

by tadeufilippini (via)
A nova empreitada dos Parlapatões é uma adaptação da obra do romancista mineiro Campos de Carvalho. Seus romances, pouco difundidos, representam algo único na literatura brasileira, pelo seu caráter inovador e sua temática contundente. Recentemente, a montagem de Aderbal Freire-Filho da obra O Púcaro Búlgaro trouxe uma visão teatral sobre a obra de Carvalho. Agora, os Parlapatões montam a novela que trata da vida de um herói de guerra esquizofrênico. A peça marca os dezessete anos na trajetória artística do grupo com um novo desafio de linguagem. Vaca de Nariz Sutil traz um ex-combatente, personagem sempre anônimo, aposentado por invalidez (representado por Henrique Stroeter), que divide o seu quarto de pensão com um surdo-mudo, Aristides (Hugo Possolo). Divide sua loucura, copos e madrugadas com um amigo de bar, que é zelador de um cemitério (Claudinei Brandão). Divide seu coração com a filha deste zelador, Valquíria (Carolina Tilkian), uma adolescente com problemas mentais. E é com ela que o veterano de guerra, obcecado por sexo como qualquer louco ou como qualquer normal, mantém relações sexuais. A obra foi adaptada por Hugo Possolo há mais de vinte anos. O dramaturgo, que também dirige a montagem, traz ao palco uma encenação que passa pelo humor, mas tem forte acento no universo poético. Ao longo dos dezessete anos dos Parlapatões a adaptação sempre esteve presente entre as possibilidades de montagem e, agora, numa fase em que o grupo se crê mais maduro, encontra o fértil momento de sua realização. Colocar a obra de Campos de Carvalho aliada ao humor que caracteriza o grupo pode ser aparentemente contraditório, mas os estilos de Carvalho e do grupo de comediantes têm muito em comum. A encenação tem sua raiz no sarcasmo, no humor ácido, no limite do trágico, que a obra literária traz. Encontra um ponto comum quando não se pretende uma peça cômica e, sim, uma junção clara de humor e tragédia por meio da poesia. Uma busca constante do grupo que, por meio da diversão que seu humor e comunicação direta transitam, quer provocar a reflexão no espectador. A narrativa da novela de Carvalho é fragmentária, cuja linguagem remete ao olhar esquizofrênico da personagem anônima de um herói que não vê mais sentido na vida. A adaptação de Possolo opta por uma ordem aparentemente cronológica de acontecimentos para deixar livre os delírios do protagonista em um contexto mais conflituoso e teatral. Com ritmo frenético e intenso, comunicação direta com a platéia, a encenação pode subverter a própria trajetória de seus atores. Espaço fértil para uma nova investigação artística, onde uma base sólida se confronta com a instabilidade de tempos, na reconstrução de um humor mais abstrato em sua forma e poético em seu resultado. A pesquisa dos Parlapatões, pautada na síntese do risível de todas essas personagens, é essencial para desvendar o risco e o poder da subversão de valores moralistas e reacionários. Imputa uma angústia ao público quando o riso se transforma em desconforto. E, então, pode se chegar a uma forte ligação entre lirismo e humor. Ficha Técnica Texto e Direção: Hugo Possolo Livre adaptação da novela Vaca de Nariz Sutil,de Campos de Carvalho. Elenco:Henrique Stroeter, Carolina Tilkian, Hugo Possolo, Raul Barretto, Claudinei Brandão Potiguara Novazzi Alexandre Bamba Mário Matias Atriz Substituta: Janaína Enguel Assistente de Direção: Fernanda Cunha Cenário: Luiz Frúgoli Sonoplastia: Aline Meyer Figurinos: Hugo Possolo Adereços: Inês Sakai IIluminação: Marcos Loureiro, Reynaldo Thomaz e Hugo Possolo Vídeo (Captação, edição e operação): Ronaldo Cahin Operação de som: Marcos Meneghessi Operação de luz: Reynaldo Thomaz Locução: Paulo Pansani Cenotécnica: Tkceno - Dilson Tavares e Soraya Kolle Costureira: Alice Correia Comunicação: Vivian Dozono Fotos: Luiz Doroneto Programação Visual: Werner Schulz e Paula Bauab Produção Executiva: Cristiani Zonzini Assistente de Produção: Júlio César Dória Secretária e Assisitente de Produção: Janaína Oliviera Realização: Parlapatões, Patifes & Paspalhões Serviço: De 25/04 a 01/06 Sextas e Sábados 21h Domingos 20h Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) Espaço Parlapatões Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro Informações: 3258 4449 Ingresso Rápido: 4003 1212

WWW.FPESSOA.COM.AR .::. Tabacaria

by tadeufilippini
Para este poema Pessoa encarou a hipótese de outro título: Marcha Da Derrota, ainda foi impresso nas provas da Presença. Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?), Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente, Para uma rua inacessível a todos os pensamentos, Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa, Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres, Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens, Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada. Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade. Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, E não tivesse mais irmandade com as coisas Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada De dentro da minha cabeça, E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida. Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu. Estou hoje dividido entre a lealdade que devo À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora, E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro. Falhei em tudo. Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada. A aprendizagem que me deram, Desci dela pela janela das traseiras da casa. Fui até ao campo com grandes propósitos. Mas lá encontrei só ervas e árvores, E quando havia gente era igual à outra. Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar? Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas penso tanta coisa! E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos! Gênio? Neste momento Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu, E a história não marcará, quem sabe?, nem um, Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras. Não, não creio em mim. Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas! Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo? Não, nem em mim... Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando? Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas - Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -, E quem sabe se realizáveis, Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente? O mundo é para quem nasce para o conquistar E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão. Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez. Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo, Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu. Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda, Ainda que não more nela; Serei sempre o que não nasceu para isso; Serei sempre só o que tinha qualidades; Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta, E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira, E ouviu a voz de Deus num poço tapado. Crer em mim? Não, nem em nada. Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo, E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha. Escravos cardíacos das estrelas, Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama; Mas acordamos e ele é opaco, Levantamo-nos e ele é alheio, Saímos de casa e ele é a terra inteira, Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido. (Come chocolates, pequena; Come chocolates! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria. Come, pequena suja, come! Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes! Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho, Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.) Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei A caligrafia rápida destes versos, Pórtico partido para o Impossível. Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas, Nobre ao menos no gesto largo com que atiro A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas, E fico em casa sem camisa. (Tu que consolas, que não existes e por isso consolas, Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva, Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta, Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida, Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua, Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais, Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê - Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire! Meu coração é um balde despejado. Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco A mim mesmo e não encontro nada. Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta. Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam, Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam, Vejo os cães que também existem, E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo, E tudo isto é estrangeiro, como tudo.) Vivi, estudei, amei e até cri, E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu. Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira, E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses (Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso); Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente Fiz de mim o que não soube E o que podia fazer de mim não o fiz. O dominó que vesti era errado. Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara. Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido. Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado. Deitei fora a máscara e dormi no vestiário Como um cão tolerado pela gerência Por ser inofensivo E vou escrever esta história para provar que sou sublime. Essência musical dos meus versos inúteis, Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse, E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte, Calcando aos pés a consciência de estar existindo, Como um tapete em que um bêbado tropeça Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada. Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta. Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada E com o desconforto da alma mal-entendendo. Ele morrerá e eu morrerei. Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos. A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também. Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta, E a língua em que foram escritos os versos. Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu. Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas, Sempre uma coisa defronte da outra, Sempre uma coisa tão inútil como a outra, Sempre o impossível tão estúpido como o real, Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície, Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra. Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?) E a realidade plausível cai de repente em cima de mim. Semiergo-me enérgico, convencido, humano, E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário. Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos. Sigo o fumo como uma rota própria, E gozo, num momento sensitivo e competente, A libertação de todas as especulações E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto. Depois deito-me para trás na cadeira E continuo fumando. Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando. (Se eu casasse com a filha da minha lavadeira Talvez fosse feliz.) Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela. O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?). Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica. (O Dono da Tabacaria chegou à porta.) Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me. Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu. No soy nada. Nunca seré nada. No puedo querer ser nada. Aparte de eso, tengo en mí todos los sueños del mundo. Ventanas de mi cuarto, De mi cuarto de uno de los millones del mundo que nadie sabe quién es (Y si supieran quién es, qué sabrían?), De ahí para el misterio de una calle cruzada constántemente por gente, Para una calle inaccesible a todos los pensamientos, Real, imposíblemente real, cierta, desconocídamente cierta, Con el misterio de las cosas por debajo de las piedras y de los seres, Con la muerte por la humedad en las paredes y pelos blancos en los hombres, Con el Destino conduciendo la carroza de todo por la avenida de nada. Estoy hoy vencido, como si supiera la verdad. Estoy hoy lúcido, como si estuviera para morir, Y no tuviera más hermandad con las cosas Sinó una despedida, tornándose esta casa y este lado de la calle La hilera de carruajes de un convoy, y una partida silbatada De dentro de mí cabeza, Y una sacudida de mis nervios y un crujir de huesos en la ida. Estoy hoy perplejo, como quien pensó y creyó y olvidó. Estoy hoy dividido entre la lealtad que debo A la Tabaquería del otro lado de la calle, como cosa real por fuera, Y a la sensación de que todo es sueño, como cosa real por dentro. Fallé en todo. Como no hice propósito ninguno, tal vez todo fuera nada. El aprendizaje que me dieron, Descendí de ella por la ventana de los fondos de la casa. Fui hasta el campo con grandes propósitos. Mas allá encontré sólo hierbas y árboles, Y cuando había gente era igual a la otra. Salgo de la ventana, me siento en una silla. En qué he de pensar? Qué se to de lo que seré, yo que no sé lo que soy? Ser lo que pienso? Pero pienso tanta cosa! Y hay tantos que piensan ser la misma cosa que no puede haber tantos! Genio? En este momento Cien mil cerebros se conciben en sueño genios como yo, Y la historia no marcará, quién sabe?, ni uno, Ni habrá sinó mierda de tantas conquistas futuras. No, no creo en mí. En todos los manicomios hay enfermos locos con tantas certezas! Yo, que no tengo ninguna certeza, soy más cierto o menos cierto? No, ni en mí... En cuántas mansardas y no-mansardas del mundo No estan en este momento genios-para-sí-mismos soñando? Cuántas aspiraciones altas y nobles y lúcidas - Sí, verdaréramente altas y nobles y lúcidas -, Y quién sabe si realizables, Nunca verán la luz del sol real ni hallarán oidos de gente? El mundo es para quien nace para conquistarlo Y no para quien sueña que puede conquistarlo, aunque tenga razón. Tengo soñado más que lo que Napoleón hizo. Tengo apretado al pecho hipotético más humanidades que las de Cristo, Tengo hechas filosofías en secreto que ningún Kant escribió. Mas soy, y tal vez seré siempre, el de la mansarda, Aunque no viva en ella; Seré siempre el que no nació para eso; Seré siempre sólo el que tenga cualidades; Seré siempre el que esperó que le abriesen la puerta al pie de una pared sin puerta, Y cantó la canción del Infinito en una capoeira, Y oyó la voz de Dios en un pozo tapado. Creer en mí? No, ni en nada. Derrameme la Naturaleza sobre la cabeza ardiente Su sol, su lluvia, el viento que me halla el pelo, E el resto que venga si viene, o tenga que venir, o no venga Esclavos cardíacos de las estrellas, Conquistamos todo el mundo antes de levantarnos de la cama; Mas despertamos y él es opaco, Nos levantamos y él es ajeno, Salimos de casa y él es la tierra entera, Más el sistema solar y la Via Láctea y el Indefinido. (Come chocolates, pequeña; Come chocolates! Mira que no hay más metafísica en el mundo sinó chocolates. Mira que las religiones todas no enseñan más que la confitería. Come, pequeña sucia, come! Pudiera yo comer chocolates con la misma verdad con que comes! Pero yo pienso y, al tirar el papel de plata, que es de hoja de estaño, Dejo todo por el suelo, como hube dejado la vida.) Pero al menos queda de la amargura de lo que nunca seré La caligrafia rapida de estos versos, Pórtico partido para el Imposible. Pero al menos consagro a mí mismo un desprecio sin lágrimas, Noble al menos en el gesto largo con el que tiro La ropa sucia que soy, en rol, para el decurso de las cosas, Y quedo en casa sin camisa. (Tú que consuelas, que no existes y por eso consuelas, O diosa griega, concebida como estatua que fuera viva, O patricia romana, imposiblemente noble y nefasta, O princesa de trovadores, gentilisima y colorida, O marquesa del siglo dieciocho, escotada y lejana, O cocot(*) célebre del tiempo de nuestros padres, O no sé qué moderno - no concibo bien el qué - Todo eso, sea lo que fuere, que seas, si puede inspirar que inspire! Mi corazón es un balde despejado. Como los que invocan espíritus invocan espíritus invoco A mí mismo y no encuentro nada. Llego a la ventana y veo la calle con una nitidez absoluta. Veo las tiendas, veo los paseos, veo los autos que pasan, Veo los entes vivos vestidos que se cruzan, Veo los canes que también existen, Y todo esto me pesa como una condena al exilio, Y todo esto es extranjero, como todo.) Viví, estudié, amé y hasta creí, Y hoy no hay mendigo que yo no envidie solo por no ser yo. Miro a cada uno de los andrajos y las llagas y la mentira, Y pienso: tal vez nunca vivieras ni estudiaras ni amases ni creyeras (Porque es posible hacer la realidad de todo eso sin hacer nada de eso); Tal vez hallas existido apenas, como un lagarto a quien cortan el rabo Y que es rabo para abajo del lagarto remezcládamente Hice de mí lo que supe Y lo que podía hacer de mí no lo hice. El dominó(**) que vestí era yerrado. Conociéronme después por quien no era y no desmentí, y me perdí. Cuando quise sacar la máscara, Estaba pegada a la cara. Cuando la saqué y me vi al espejo, Ya había envejecido. Estaba ebrio, ya no sabía vestir el dominó que no había sacado. Dejé fuera la máscara y dormi en el bestiario Como un perro tolerado por la gerencia Por ser inofensivo Y voy a escribir esta historia para probar que soy sublime. Esencia musical de mis versos inútiles, Quien me diera encontrarme como cosa que yo hiciera, Y no quedase siempre delante de la Tabaquería de delante, Tacoñando a los pies la consciencia de estar exisitendo, Como un tapete en que un borracho tropieza O un felpudo que los gitanos robaron y no valia nada. Mas el Dueño de la Tabaquería llegó a la puerta y se quedó en la puerta. Lo miró con el desconforto de la cabeza mal girada Y con el desconforto de la alma mal-entendiendo. Él morirá o yo moriré. Él dejará la pizarra, yo dejaré los versos. A cierta altura morirá la pizarra también, los versos también. Después de cierta altura morirá la calle donde estuvo la pizarra, Y la lengua en que fueran escritos los versos. Morirá después el planeta girante en que todo esto se dio. En otros satélites de otros sistemas cualquier cosa como gente Continuará hacienco cosas como versos y viviendo por bajo de cosas como pizarras, Siempre una cosa de frente de la otra, Siempre una cosa tan inútil como la otra, Siempre el imposible tan estúpido como el real, Siempre el misterio del fondo tan cierto como el sueño de miterio de la superficie, Siempre esto o siempre otra cosa o ni una cosa ni otra. Mas un hombre entró en la Tabaquería (para comprar tabaco?) Y la realidad plausible cae de repente encima de mí. Me semiergo enérgico, convencido, humano, Y voy a intentar escribir estos versos en que digo lo contrario. Enciendo un cigarro al pensar en escribirlos Y saboreo en el cigarro la libertación de todos los pensamientos. Sigo el humo como una ruta propia, Y gozo, en un momento sensitivo y competente, La libertación de todas las especulaciones Y la consciencia de que la metafísica es una consecuencia de estar mal dispuesto. Después me dejo para atrás en la silla Y continúo fumando. Mientras el Destino me lo conceda, continuaré fumando. (Si yo me casara con la hija de mi lavandera Tal vez fuera feliz.) Visto eso, me levanto de la silla. Voy a la ventana. El hombre salió de la Tabaquería (metiendo cambio en el bolsillo de las calzas?) Ah, lo conozco, es Estevez sin metafísica. (El Dueño de la Tabaquería llegó a la puerta.) Como por un instinto divino Estevez se dio vuelta y me vio. Me señó adiós, le grité Adios Oh Estevez!, y el universo Se me renconstruyó sin ideal ni esperanza, y el Dueño de la Tabaquería sonrió. Álvaro de Campos 15-1-1928

Aqui Salvador

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Multidão participa das homenagens a dona Canô O clímax dos festejos pelos 100 anos da matriarca dos Vellosos foi a vinda da imagem de Nossa Senhora Mariana Rios Acolhida no abraço da filha Maria Bethânia, dona Canô sucumbiu à emoção na Igreja Matriz da Purificação completamente lotada. Foi lá que recepcionou a convidada mais especial da festa – a imagem de Nossa Senhora de Aparecida, vinda do santuário do Alto Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Para a anfitriã, a visita foi o clímax do dia de ontem e das comemorações do seu aniversário de 100 anos, que prosseguem hoje. Ao som da voz inconfundível de Bethânia, que cantou a música Romaria, abraçou e beijou com candura a imagem. Antes de devolvê-la ao padre que a conduzia, encostou a cabeça no manto azul. O momento de fé de dona Canô foi visto por todos no templo. Ela não pôde acompanhar o restante da celebração – a missa programada para 12h. Visivelmente comovida, foi levada pela filha e por familiares para casa situada no centro de Santo Amaro. Precisava se recompor. Aquela visita muito aguardada foi um momento ímpar das celebrações que movimentam desde sexta-feira o município, a 75 km de Salvador. Desde cedo, estava ansiosa, segundo o filho Rodrigo Velloso. “Para ela, a festa maior é essa aqui”, afirmou, momentos antes do encontro na nave da igreja, tendo às mãos uma garrafa térmica, com café com leite, para que a aniversariante bebesse, após a procissão pela cidade. E a população compareceu às ruas, protagonizando um belo espetáculo de fé. Segundo cálculos da Polícia Militar (PM), mais de seis mil pessoas foram recepcionar a padroeira do Brasil, que seguiu em carro aberto, do Corpo de Bombeiros, atrás da imagem de Santo Amaro. “Não posso descrever este merecimento. Só Deus para me dar, Nossa Senhora abraçando a mim e a minha terra”, declarou dona Canô. Cercada por dezenas de câmeras, reverenciou a santa. Demonstrou força e altivez, mesmo quando o corpo sucumbiu ao cansaço. “Ela será sempre linda, serena, comovida e mariana. É uma mulher de muita humildade, segura, determinada. Este é o momento mais comovente e ela merece tudo”, elogiou Bethânia. Durante a celebração, Bethânia não desgrudou da mãe, como faz costumeiramente quando vai a Santo Amaro. Festividades - Tudo começou por volta das 10h30, com a chegada da imagem de Nossa Senhora de Aparecida. Segundo o padre Josafá Moraes, do santuário situado em Aparecida do Norte, a vinda da santa foi uma retribuição à ida de dona Canô ao santuário em 2004. “Foi uma recepção muito bonita, forte e expressiva. Uma das melhores que participei”, garantiu o padre. Durante o cortejo, todos queriam tocar, ver, tirar uma fotografia, acenar para a imagem. Atrás do caminhão dos bombeiros, dona Canô também era saudada. Recebeu abraços, cumprimentos, votos de saúde. O cortejo seguiu pelas ruas do centro até a Igreja Matriz. No trajeto, a multidão segurava bandeiras e imagens da santa. Nas portas das casas, pequenos altares, lenços brancos nas janelas. A equipe da TV Aparecida também compareceu à homenagem para a gravação de um programa especial. Gente do povo, religiosos, políticos, pescadores e marisqueiras, todos vieram saudar a aniversariante e sua convidada especial. “Trouxemos nosso material de trabalho para que Nossa Senhora abençoe e para que as pessoas conheçam nosso trabalho”, afirmou o presidente da Associação dos Marisqueiros e Pescadores de Caieiras, José Roque Filho. O filho Caetano Veloso participava do seminário na Casa do Samba de Santo Amaro e não acompanhou a celebração. A imagem de Nossa Senhora permanece na igreja até às 18h de hoje. *** Programação do aniversário 9h30 – Missa em homenagem a dona Canô 10h30 – Café da manhã com a comunidade na Praça da Purificação 13h – almoço com a família e convidados, em um resort de Caieiras Imprim

neste instante

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Kiara Guedes * Sexo: Feminino * Signo astrológico: Sagitário * Atividade: Construção * Profissão: Adoro construir (criar), desconstruir... construir de novo! * Local: Onde?.......................................... : No Exato Momento , No Bairro Sonhares, Esquina do Instante , Bem no Cruzamento de Dois Pensamentos... : Brasil Interesses * Viver. LONK VEIO DO DO BLOG : http://intimoepessoal-intimidade.blogspot.com/2008/06/des-encontro.html

Escolhendo, obtendo e gravando o Linux: como fazer o download ou comprar

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Escolhendo, obtendo e gravando o Linux: como fazer o download ou comprar por Augusto Campos Este tutorial explica como escolher uma distribuição, obter na Internet e gravar seu próprio CD de Linux, além de dar dicas sobre como você pode adquirir CDs de Linux ou mesmo solicitá-los gratuitamente. Nota: este artigo pode ser reproduzido livremente, nos termos da licença ao final do mesmo. Algumas das perguntas mais frequentes na minha correspondência são variações sobre um mesmo tema: “Se o Linux é livre, por que temos que pagar por ele?”, ou “Como posso obter o Linux na Internet”, ou ainda “Como posso criar meus próprios CDs de Linux?”. Não é minha intenção neste momento explicar mais uma vez a diferença conceitual entre software livre e software grátis, mas o fato é que você pode mesmo obter o Linux gratuitamente, gravar seus próprios CDs, e instalá-los onde quiser. As dificuldades técnicas não são excessivamente grandes, principalmente se você possuir uma conexão rápida à Internet, portanto vamos ver passo a passo como fazer. Ao longo deste artigo, veremos * O que é Linux * Selecionando uma distribuição * Qual a melhor distribuição * Como escolher uma distribuição para computadores ou notebooks antigos (novo) * Definindo critérios objetivos * Como fazer o download ou adquirir * Como receber CDs de Linux grátis pelo correio (novo) * Live CDs: Linux sem instalação * Como gravar o CD de Linux Leia também os artigos: O que é Linux e O que é distribuição de Linux O que é Linux? Nota: veja também os artigos mais específicos: O que é Linux e O que é distribuição de Linux. Linux é um sistema operacional criado em 1991 por Linus Torvalds, então um estudante finlandês, e hoje mantido por uma comunidade mundial de desenvolvedores (que inclui programadores individuais e empresas como a IBM, a HP e a Hitachi), coordenada pelo mesmo Linus, agora um desenvolvedor reconhecido mundialmente. O Linux adota uma licença livre - o que significa, entre outras coisas, que todos os interessados podem usá-lo e redistribuí-lo. Aliado a diversos outros softwares livres, como o KDE, o GNOME, o Apache, o Firefox e o OpenOffice.org, o Linux pode formar um ambiente moderno, seguro e estável para o seu desktop ou servidor.

sampaART - casa das rosas

by tadeufilippini
Inspirado no modelo arquitetônico dos casarões franceses, o imóvel, situado no número 37 da Avenida Paulista, foi construído, em 1935, pelo escritório técnico de Ramos de Azevedo, para servir de residência a uma das filhas do grande arquiteto paulista. O casarão foi habitado até 1986, quando foi desapropriado pelo Governo do Estado de São Paulo. No local, tombado em 1985, pelo Condephaat, a Secretaria de Estado da Cultura inaugurou, em 11 de março de 1991, o espaço cultural conhecido por Casa das Rosas, cujo nome foi inspirado na flor predominante nos grandes jardins do imóvel. A proposta deste espaço é traduzir e codificar uma linguagem que possibilite o salto para uma nova civilização. Não é uma metalinguagem. É uma nova linguagem, sem nenhum compromisso ou liame com o passado. É um salto quântico, uma ruptura que não deixa pontes. É um momento desconfortável e, ao mesmo tempo, fascinante. Neste último milênio, assistimos a três mudanças básicas de civilização: da oralidade ou memória circunscrita para a civilização da escrita ou memória extensível e, finalmente, para a civilização eletrônica ou de memória incomensurada. A Casa das Rosas está “plugada” com o mundo e criando o ideal da arte sem fronteiras. Todas as exposições acontecem tanto em suas dependências físicas quanto nas WEBPAGES da Casa das Rosas. Escritores, poetas, artistas plásticos, fotógrafos são convidados a trabalharem em hipertextos e hiperimagens e terem seus trabalhos hospedados em nosso site. O acervo digital da Casa das Rosas: Rosas Net Art . Diretor: Frederico Barbosa Av. Paulista, 37 - Bela Vista Fone: 11 3285-6986/ 3288-9447 Funcionamento: Aberta de terça a domingo, das 11h às 21h.

Wikilivros - Wikibooks

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O Wikilivros (do inglês Wikibooks) é dedicado ao desenvolvimento e livre disseminação de livros e textos didáticos de conteúdo aberto. O Wikilivros é um projeto da Wikimedia Foundation, a versão em português conta neste momento com 5 683 módulos de livros. Para uma rápida iniciação aos métodos e ao funcionamento geral do Wikilivros, sugerimos a leitura das páginas de ajuda. Para qualquer dúvida use a Esplanada, onde poderá discutir assuntos da comunidade e tirar dúvidas. CONTA AQUI: carteirodopoente

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