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2009

Mbaraka

by tadeufilippini
folha de são ( sao ) paulo >>>segunda-feira ( segunda ) 19 de outubro de 2009 página pagina E3 ( e3) : ' MIS faz lançamento de revista de música hoje '...diz paulo markun

Folha Online - Informática - Polícia investiga comprador do Pirate Bay; site é retirado do ar pela Justiça sueca - 24/08/2009

by tadeufilippini
Polícia investiga comprador do Pirate Bay; site é retirado do ar pela Justiça sueca Publicidade da Folha Online Atualizado às 13h36. A polícia sueca informou que está investigando a rede de LAN houses Global Gaming Factoring, responsável pela aquisição do site de torrents The Pirate Bay. As autoridades suecas também ordenaram a retirada do site do ar. As medidas foram anunciadas e implementadas nesta segunda-feira (24). De acordo com o TorrentFreak, uma corte distrital de Estocolmo, na Suécia (país no qual os cofundadores do site são radicados) ordenou que o provedor do Pirate Bay, denominado Black Internet, desconectasse endereço do site de torrents da rede, sob multa de US$ 70,6 mil, caso a determinação não fosse cumprida. O Black Internet informou que seguiu a ordem, afirmando que não teve escolha.

Folha Online - Informática - Microsoft cria software que permite acesso dos celulares baratos à internet - 24/08/2009

by tadeufilippini (via)
Microsoft cria software que permite acesso dos celulares baratos à internet Publicidade da France Presse, em San Francisco A Microsoft apresentou um software que permite aos proprietários de telefones celulares multifunções de baixo custo, ou seja, os mais usados nos países em desenvolvimento, ter acesso a serviços na internet populares como Facebook ou Twitter. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (24). O gigante americano anunciou que lançará na África do Sul o aplicativo OneApp, para os celulares com uma ou duas funções além das funções de um telefone comum, como um reprodutor de música ou de games. O grupo espera fazer o mesmo rapidamente na Índia, China e outros países nos quais milhões de pessoas usam este tipo de telefone celular.

Folha Online - Turismo

by tadeufilippini
Em baixa, região do Caribe adia cerca de 50 projetos de hotéis Destinos | Prepare-se

Folha Online - Informática - Microsoft recorre da proibição de venda do Word nos EUA - 19/08/2009

by tadeufilippini
19/08/2009 - 12h32 Microsoft recorre da proibição de venda do Word nos EUA Publicidade da Folha Online A Microsoft recorreu na Corte Federal de Apelações nos Estados Unidos nesta quarta-feira (19), a fim de interromper a proibição da venda do software Word no país, decisão ratificada por um juiz distrital em um processo de violação de patentes. A Corte Distrital do Texas decidiu que a Microsoft infringiu uma patente da companhia canadense i4i.

Folha Online - Busca: barbara heliodora

by tadeufilippini (via)
1. Folha de S.Paulo - Muito barulho por nada - 21/05/2009 ... Paulo, quinta-feira, 21 de maio de 2009 Texto Anterior Próximo Texto Índice ENTREVISTA - BARBARA HELIODORA Muito barulho por nada Autoridade máxima em Shakespeare no país, Barbara ... BARBARA HELIODORA Muito barulho por nada Autoridade máxima em Shakespeare no país, Barbara Heliodora lança tradução e critica teatro experimental Daryan Dornelles/Folha Imagem A ... http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2105200908.htm

Nair Bello (nairbello) on Twitter

by tadeufilippini
nairbello followingFollowing You follow nairbello nairbello's updates appear in your timeline. You are now following nairbello. 1. SEGREDOS DE NAIR: Ganhei os clássicos da literatura mundial assinando a Folha. Nunca li nenhum.

Página Inicial da Biblioteca Digital Mundial

by tadeufilippini
http://www.wdl.org/pt/ na folha de são paulo ,ilustrada,página E10 TERÇA-FEIRA, 28 DE ABRIL DE 2009 a história do mundo www.wdl.org QUANDO DIGITEI TORNOU-SE : http://www.wdl.org/pt/ Página Inicial da Biblioteca Digital Mundial

[bb.com.br]

by tadeufilippini
Os apresentações realizadas pelo projeto Arte e Tecnologia exploram as possibilidades advindas da utilização das novas tecnologias nos campos da arte, combinando pesquisa, criação e reflexão crítica sobre os usos dessas tecnologias e sobre o ambiente tecnológico da atualidade. Serão quatro encontros, de abril a julho, uma vez por mês, em que através de espetáculos, performances, workshops e palestras, artistas como Cid Campos, Lívio Tragtenberg, Wilson Sukorski, Lúcio Agra e André Vallias mostram que a arte cada vez mais tem superado resistências e despertado o interesse do grande público. No mês de abril, o compositor, músico eletrônico e performer multimídia, Wilson Sukorski, faz a palestra-show “Prisioneiros do Romantismo” e Cid Campos apresenta o espetáculo “Fala da Palavra - Musicapoesia”. A apresentação conta com as participações especiais de Adriana Calcanhoto e do poeta Augusto de Campos. AGORA COLADO POR MIM : centro cultural banco do brasil folha de são paulo ,ilustrada, página E5 QUARTA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2009 Calcanhoto se apresenta com o poeta Augusto de Campos ...projeto "Arte e Tecnologia "....

[bb.com.br]

by tadeufilippini
Em Ideias o projeto Arte e Tecnologia traz música eletrônica e performances em multimídia. Dia 29 de abril, em duas apresentações. AGORA COLADO POR MIM : centro cultural banco do brasil folha de são paulo ,ilustrada, página E5 QUARTA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2009 Calcanhoto se apresenta com o poeta Augusto de Campos ...projeto "Arte e Tecnologia "....

Audacity: Documentação

by tadeufilippini
Documentação Esta página contém guias e manuais de usuário para o Audacity. Para encontrar mais ajuda, veja a FAQ(Perguntas e Respostas Comuns) e os Tutoriais e Dicas na Wiki, em inglês. Guia de Referência Rápida * Leia o guia de referência do Audacity online. (Acessável também pelo menu "Ajuda" do Audacity) * Versão para impressão da guia de referência. (Esta parte pode ser impressa em uma folha única, utilizando a função imprimir do seu navegador). Manual do Usuário do Audacity * Leia o manual online. * Copie o manual do Audacity em formato HTML. (Para ler o manual, utilize um descompactador de arquivos ZIP e abra o arquivo "index.html" no seu navegador) * Copie o manual do Audacity em formato PDF. Aide en Français * Menu d'aide d'Audacity en français (Remplacer le fichier qui porte comme nom, audacity-1.2-help.htb par celui qu'on vous propose. Aide) * Manuel d'Audacity en français (zip, 700 ko.) * Mode d'emploi en français (PDF, 700 ko. Ce fichier peut prendre un bon moment de télécharger.) Hilfe auf Deutsch * Deutsche Hilfedatei (htb) (Ersetzen Sie audacity-1.2-help.htb im Audacity Installation-Heft mit diesem Download.) * Deutsches Handbuch (PDF) * Markus Priemer - Audacity kompakt Das deutschsprachige Anwenderhandbuch zu Audacity. Herausgegeben vom bomots Verlag. Mit Unterstützung und einem Vorwort von Audacity-Entwickler Markus Meyer.

2008

Baixinha, cara de menina « Olhos Caramelos

by tadeufilippini
O grupo Parlapatões publicou, em janeiro, anúncio procurando atriz “de baixa estatura” para a peça “A Vaca de Nariz Sutil”. Carolina Tilkian –1,65m e 24 anos – decidiu encarar o teste. “Cheguei lá e vi 180 baixinhas, com cara de menina. Todas como eu”, diz. Algumas etapas depois, ela foi escolhida e, agora, ensaia o texto para subir ao palco do teatro em abril. * Não tenho dúvidas de que ela deve ser uma ótima atriz, e pela foto parece ser uma fofa, mas vamos combinar: uma mulher de 1,65m não é baixinha, né?! Hehehe. Com um mero saltinho ela já fica com 1,70m. Baixinha sou eu que tenho 1,48m. Mas vale mesmo assim pela valorização das baixinhas com cara de menina! Porque não existe só mulherão sensual no mundo. Fonte: Folha de S.Paulo Foto: Bruno Miranda/Folha Imagem

Ame o Poema Editora - Editora Ame o Poema

by tadeufilippini (via)
ESTRELA RUIZ LEMINSKI Estrela Ruiz Leminski é uma pisciana legítima. nasceu em 81 em Curitiba. escreve desde os 6 anos de idade. Publicou alguns poemas no "Jornal Blocos", contos no "Jornal Nicolau" e assinou uma coluna semanal de crônicas no encarte cultural "Viva Curitiba" do jornal "Folha de Londrina" em 1994. Trabalhou na Rádio Educativa do Paraná em pesquisa, pauta e produção. Musicista de nascença há quem diga que desde pequena bota a boca no trombone. Estuda Música na Faculdade de Artes do Paraná, dá aulas de música, compõe, toca bateria e é uma das idealizadoras e integrantes do projeto musical "Casca de Nós". Tocou na banda "Biscuit Pride" e já enlouqueceu os vizinhos de tantos instrumentos que quis aprender. Persegue cachoeiras e é louca por sorvete. Gosta de trabalhos manuais e por isso adora loja de construção. mas odeia supermercado.

WWW.FPESSOA.COM.AR .::. Tabacaria

by tadeufilippini
Para este poema Pessoa encarou a hipótese de outro título: Marcha Da Derrota, ainda foi impresso nas provas da Presença. Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?), Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente, Para uma rua inacessível a todos os pensamentos, Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa, Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres, Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens, Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada. Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade. Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, E não tivesse mais irmandade com as coisas Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada De dentro da minha cabeça, E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida. Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu. Estou hoje dividido entre a lealdade que devo À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora, E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro. Falhei em tudo. Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada. A aprendizagem que me deram, Desci dela pela janela das traseiras da casa. Fui até ao campo com grandes propósitos. Mas lá encontrei só ervas e árvores, E quando havia gente era igual à outra. Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar? Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas penso tanta coisa! E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos! Gênio? Neste momento Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu, E a história não marcará, quem sabe?, nem um, Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras. Não, não creio em mim. Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas! Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo? Não, nem em mim... Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando? Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas - Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -, E quem sabe se realizáveis, Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente? O mundo é para quem nasce para o conquistar E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão. Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez. Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo, Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu. Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda, Ainda que não more nela; Serei sempre o que não nasceu para isso; Serei sempre só o que tinha qualidades; Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta, E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira, E ouviu a voz de Deus num poço tapado. Crer em mim? Não, nem em nada. Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo, E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha. Escravos cardíacos das estrelas, Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama; Mas acordamos e ele é opaco, Levantamo-nos e ele é alheio, Saímos de casa e ele é a terra inteira, Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido. (Come chocolates, pequena; Come chocolates! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria. Come, pequena suja, come! Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes! Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho, Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.) Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei A caligrafia rápida destes versos, Pórtico partido para o Impossível. Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas, Nobre ao menos no gesto largo com que atiro A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas, E fico em casa sem camisa. (Tu que consolas, que não existes e por isso consolas, Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva, Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta, Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida, Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua, Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais, Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê - Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire! Meu coração é um balde despejado. Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco A mim mesmo e não encontro nada. Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta. Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam, Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam, Vejo os cães que também existem, E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo, E tudo isto é estrangeiro, como tudo.) Vivi, estudei, amei e até cri, E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu. Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira, E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses (Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso); Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente Fiz de mim o que não soube E o que podia fazer de mim não o fiz. O dominó que vesti era errado. Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara. Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido. Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado. Deitei fora a máscara e dormi no vestiário Como um cão tolerado pela gerência Por ser inofensivo E vou escrever esta história para provar que sou sublime. Essência musical dos meus versos inúteis, Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse, E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte, Calcando aos pés a consciência de estar existindo, Como um tapete em que um bêbado tropeça Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada. Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta. Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada E com o desconforto da alma mal-entendendo. Ele morrerá e eu morrerei. Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos. A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também. Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta, E a língua em que foram escritos os versos. Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu. Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas, Sempre uma coisa defronte da outra, Sempre uma coisa tão inútil como a outra, Sempre o impossível tão estúpido como o real, Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície, Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra. Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?) E a realidade plausível cai de repente em cima de mim. Semiergo-me enérgico, convencido, humano, E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário. Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos. Sigo o fumo como uma rota própria, E gozo, num momento sensitivo e competente, A libertação de todas as especulações E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto. Depois deito-me para trás na cadeira E continuo fumando. Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando. (Se eu casasse com a filha da minha lavadeira Talvez fosse feliz.) Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela. O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?). Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica. (O Dono da Tabacaria chegou à porta.) Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me. Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu. No soy nada. Nunca seré nada. No puedo querer ser nada. Aparte de eso, tengo en mí todos los sueños del mundo. Ventanas de mi cuarto, De mi cuarto de uno de los millones del mundo que nadie sabe quién es (Y si supieran quién es, qué sabrían?), De ahí para el misterio de una calle cruzada constántemente por gente, Para una calle inaccesible a todos los pensamientos, Real, imposíblemente real, cierta, desconocídamente cierta, Con el misterio de las cosas por debajo de las piedras y de los seres, Con la muerte por la humedad en las paredes y pelos blancos en los hombres, Con el Destino conduciendo la carroza de todo por la avenida de nada. Estoy hoy vencido, como si supiera la verdad. Estoy hoy lúcido, como si estuviera para morir, Y no tuviera más hermandad con las cosas Sinó una despedida, tornándose esta casa y este lado de la calle La hilera de carruajes de un convoy, y una partida silbatada De dentro de mí cabeza, Y una sacudida de mis nervios y un crujir de huesos en la ida. Estoy hoy perplejo, como quien pensó y creyó y olvidó. Estoy hoy dividido entre la lealtad que debo A la Tabaquería del otro lado de la calle, como cosa real por fuera, Y a la sensación de que todo es sueño, como cosa real por dentro. Fallé en todo. Como no hice propósito ninguno, tal vez todo fuera nada. El aprendizaje que me dieron, Descendí de ella por la ventana de los fondos de la casa. Fui hasta el campo con grandes propósitos. Mas allá encontré sólo hierbas y árboles, Y cuando había gente era igual a la otra. Salgo de la ventana, me siento en una silla. En qué he de pensar? Qué se to de lo que seré, yo que no sé lo que soy? Ser lo que pienso? Pero pienso tanta cosa! Y hay tantos que piensan ser la misma cosa que no puede haber tantos! Genio? En este momento Cien mil cerebros se conciben en sueño genios como yo, Y la historia no marcará, quién sabe?, ni uno, Ni habrá sinó mierda de tantas conquistas futuras. No, no creo en mí. En todos los manicomios hay enfermos locos con tantas certezas! Yo, que no tengo ninguna certeza, soy más cierto o menos cierto? No, ni en mí... En cuántas mansardas y no-mansardas del mundo No estan en este momento genios-para-sí-mismos soñando? Cuántas aspiraciones altas y nobles y lúcidas - Sí, verdaréramente altas y nobles y lúcidas -, Y quién sabe si realizables, Nunca verán la luz del sol real ni hallarán oidos de gente? El mundo es para quien nace para conquistarlo Y no para quien sueña que puede conquistarlo, aunque tenga razón. Tengo soñado más que lo que Napoleón hizo. Tengo apretado al pecho hipotético más humanidades que las de Cristo, Tengo hechas filosofías en secreto que ningún Kant escribió. Mas soy, y tal vez seré siempre, el de la mansarda, Aunque no viva en ella; Seré siempre el que no nació para eso; Seré siempre sólo el que tenga cualidades; Seré siempre el que esperó que le abriesen la puerta al pie de una pared sin puerta, Y cantó la canción del Infinito en una capoeira, Y oyó la voz de Dios en un pozo tapado. Creer en mí? No, ni en nada. Derrameme la Naturaleza sobre la cabeza ardiente Su sol, su lluvia, el viento que me halla el pelo, E el resto que venga si viene, o tenga que venir, o no venga Esclavos cardíacos de las estrellas, Conquistamos todo el mundo antes de levantarnos de la cama; Mas despertamos y él es opaco, Nos levantamos y él es ajeno, Salimos de casa y él es la tierra entera, Más el sistema solar y la Via Láctea y el Indefinido. (Come chocolates, pequeña; Come chocolates! Mira que no hay más metafísica en el mundo sinó chocolates. Mira que las religiones todas no enseñan más que la confitería. Come, pequeña sucia, come! Pudiera yo comer chocolates con la misma verdad con que comes! Pero yo pienso y, al tirar el papel de plata, que es de hoja de estaño, Dejo todo por el suelo, como hube dejado la vida.) Pero al menos queda de la amargura de lo que nunca seré La caligrafia rapida de estos versos, Pórtico partido para el Imposible. Pero al menos consagro a mí mismo un desprecio sin lágrimas, Noble al menos en el gesto largo con el que tiro La ropa sucia que soy, en rol, para el decurso de las cosas, Y quedo en casa sin camisa. (Tú que consuelas, que no existes y por eso consuelas, O diosa griega, concebida como estatua que fuera viva, O patricia romana, imposiblemente noble y nefasta, O princesa de trovadores, gentilisima y colorida, O marquesa del siglo dieciocho, escotada y lejana, O cocot(*) célebre del tiempo de nuestros padres, O no sé qué moderno - no concibo bien el qué - Todo eso, sea lo que fuere, que seas, si puede inspirar que inspire! Mi corazón es un balde despejado. Como los que invocan espíritus invocan espíritus invoco A mí mismo y no encuentro nada. Llego a la ventana y veo la calle con una nitidez absoluta. Veo las tiendas, veo los paseos, veo los autos que pasan, Veo los entes vivos vestidos que se cruzan, Veo los canes que también existen, Y todo esto me pesa como una condena al exilio, Y todo esto es extranjero, como todo.) Viví, estudié, amé y hasta creí, Y hoy no hay mendigo que yo no envidie solo por no ser yo. Miro a cada uno de los andrajos y las llagas y la mentira, Y pienso: tal vez nunca vivieras ni estudiaras ni amases ni creyeras (Porque es posible hacer la realidad de todo eso sin hacer nada de eso); Tal vez hallas existido apenas, como un lagarto a quien cortan el rabo Y que es rabo para abajo del lagarto remezcládamente Hice de mí lo que supe Y lo que podía hacer de mí no lo hice. El dominó(**) que vestí era yerrado. Conociéronme después por quien no era y no desmentí, y me perdí. Cuando quise sacar la máscara, Estaba pegada a la cara. Cuando la saqué y me vi al espejo, Ya había envejecido. Estaba ebrio, ya no sabía vestir el dominó que no había sacado. Dejé fuera la máscara y dormi en el bestiario Como un perro tolerado por la gerencia Por ser inofensivo Y voy a escribir esta historia para probar que soy sublime. Esencia musical de mis versos inútiles, Quien me diera encontrarme como cosa que yo hiciera, Y no quedase siempre delante de la Tabaquería de delante, Tacoñando a los pies la consciencia de estar exisitendo, Como un tapete en que un borracho tropieza O un felpudo que los gitanos robaron y no valia nada. Mas el Dueño de la Tabaquería llegó a la puerta y se quedó en la puerta. Lo miró con el desconforto de la cabeza mal girada Y con el desconforto de la alma mal-entendiendo. Él morirá o yo moriré. Él dejará la pizarra, yo dejaré los versos. A cierta altura morirá la pizarra también, los versos también. Después de cierta altura morirá la calle donde estuvo la pizarra, Y la lengua en que fueran escritos los versos. Morirá después el planeta girante en que todo esto se dio. En otros satélites de otros sistemas cualquier cosa como gente Continuará hacienco cosas como versos y viviendo por bajo de cosas como pizarras, Siempre una cosa de frente de la otra, Siempre una cosa tan inútil como la otra, Siempre el imposible tan estúpido como el real, Siempre el misterio del fondo tan cierto como el sueño de miterio de la superficie, Siempre esto o siempre otra cosa o ni una cosa ni otra. Mas un hombre entró en la Tabaquería (para comprar tabaco?) Y la realidad plausible cae de repente encima de mí. Me semiergo enérgico, convencido, humano, Y voy a intentar escribir estos versos en que digo lo contrario. Enciendo un cigarro al pensar en escribirlos Y saboreo en el cigarro la libertación de todos los pensamientos. Sigo el humo como una ruta propia, Y gozo, en un momento sensitivo y competente, La libertación de todas las especulaciones Y la consciencia de que la metafísica es una consecuencia de estar mal dispuesto. Después me dejo para atrás en la silla Y continúo fumando. Mientras el Destino me lo conceda, continuaré fumando. (Si yo me casara con la hija de mi lavandera Tal vez fuera feliz.) Visto eso, me levanto de la silla. Voy a la ventana. El hombre salió de la Tabaquería (metiendo cambio en el bolsillo de las calzas?) Ah, lo conozco, es Estevez sin metafísica. (El Dueño de la Tabaquería llegó a la puerta.) Como por un instinto divino Estevez se dio vuelta y me vio. Me señó adiós, le grité Adios Oh Estevez!, y el universo Se me renconstruyó sin ideal ni esperanza, y el Dueño de la Tabaquería sonrió. Álvaro de Campos 15-1-1928

Elisa Ohtake faz apresentacoes com criancas japonesas em Sao Paulo

by tadeufilippini
27/03/2008 - 15h19 Elisa Ohtake faz apresentações com crianças japonesas em São Paulo Publicidade da Folha Online Em homenagem ao centenário da imigração japonesa no Brasil, comemorado neste ano, Elisa Ohtake, 28, filha do arquiteto Ruy Ohtake e neta da artista plástica Tomie Ohtake, apresenta duas instalações na mostra "Tokyogaqui" (trocadilho que significa "imagem de Tóquio aqui"), no Sesc Paulista, em São Paulo. Nas duas instalações, os protagonistas são crianças japonesas. Um dos trabalhos se chama "Fique em silêncio, no escuro com um bando de japonezinhos [sic]" e o outro, "Destrambelhe-se com um bando de japonezinhos [sic]". De acordo com Ohtake, "a idéia é que o público entre um por um e tenha uma experiência quase que pessoal estética e ingênua, experimentando as duas situações propostas pelos enunciados". "Estamos no mundo. Sentir as coisas, percebê-las é deixar-se invadir por elas. No caso, muitos japonesinhos." Ohtake diz que esses são os primeiros trabalhos de uma série sobre "como se apaixonar pelo mundo, dada a situação preta em que estamos". Serviço Onde: Sesc Paulista (avenida Paulista, 119 - Centro) Quando: Dias 29 e 30 de março, sábado e domingo, às 19h Quanto: Entrada gratuita. Basta retirar com uma hora de antecedência Leia mais * Mangás contam histórias do Japão e da imigração para o Brasil * Sushiman prepara almoço de Páscoa * Sem câmera, imigrante japonês retratou viagem ao Brasil com desenhos * Mangás, animês e a cultura urbana em geral inspiram mostra em SP * Exposição de maquetes de edifícios do Japão fica aberta na Páscoa * Conheça o Japão e entenda a cultura do país com livros da Publifolha * LIVRARIA: Série ensina inglês, francês e outras línguas em 15 minutos ao dia Especial * Leia a cobertura completa do Centenário da Imigração Japonesa

Decio Pignatari

by tadeufilippini
Décio Pignatari (Jundiaí SP 1927) Publicou, em 1949, os poemas Noviciado e Unha e Carne na Revista Brasileira de Poesia. Na época, integrava o Clube de Poesia, em São Paulo SP, liderado por poetas e críticos da Geração de 45. Em 1952 fundou o Grupo Noigandres, com Augusto de Campos e Haroldo de Campos, que publicou cinco antologias poéticas. Entre 1956 e 1957 participou do lançamento oficial da Poesia Concreta na Iº Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/SP e no saguão do MEC/RJ. Publicou, em 1958, o Plano-Piloto para Poesia Concreta, em co-autoria com Augusto de Campos e Haroldo de Campos, em Noigandres n.4. Nas décadas seguintes, traduziu várias obras em francês, inglês e russo. Foi um dos criadores da editora e da revista Invenção, lançada em 1962 como veículo da Poesia Concreta. Em 1964 lançou o Manifesto do Poema-Código ou Semiótico, com Luiz Angelo Pinto. Foi membro-fundador da Associação Internacional de Semiótica, em Paris (França), em 1969. Nas décadas de 1980 e 1990 colaborou em vários periódicos, entre os quais a Folha de S. Paulo, e foi professor de Semiótica e Comunicação da FAU/USP. Publicou vários livros de ensaios, entre eles Cultura Pós-Nacionalista (1998). Sua obra poética inclui os livros Carrossel (1950), Exercício Findo (1958), Poesia pois é Poesia (1977) e Poesia pois é Poesia, 1950/1975. Poetc, 1976/1986 (1986). Décio Pignatari, criador do poema-código e semiótico, é um dos principais nomes da poesia Concreta. O Lobisomem O amor é para mim um Iroquês De cor amarela e feroz catadura Que vem sempre a galope, montado Numa égua chamada Tristeza. Ai, Tristeza tem cascos de ferro E as esporas de estranho metal Cor de vinho, de sangue, e de morte, Um metal parecido com ciúme. (O Iroquês sabe há muito o caminho e o lugar Onde estou à mercê: É uma estrada asfaltada, tão solitária quanto escura, Passando por entre uns arvoredos colossais Que abrem lá em cima suas enormes bocas de silêncio e solidão). Outro dia eu senti um ladrido De concreto batendo nos cascos: Era o meu Iroquês que chegava No seu gesto de anti-Quixote. Vinha grande, vestido de nada Me empolgou corações e cabelos Estreitou as artérias nas mãos E arrancou minha pele sem sangue E partiu encoberto com ela Atirando-me os poros na cara. E eu parti travestido de Dor, Dor roubada da placa da rua Ululando que o vento parasse De açoitar minha pele de nervos. Veio o frio com olhos de brasa Jogou olhos em todo o meu corpo; Encontrei uma moça na rua, Implorei que me desse sua pele E ela disse, chorando de mágua, Que era mãe, tinha seios repletos E a filhinha não gosta de nervos; Encontrei um mendigo na rua Moribundo de fome e de frio: “Dá-me a pele, mendigo inocente, Antes que Ela te venha buscar.” Respondeu carregado por Ela: “Me devolves no Juízo Final?” Encontrei um cachorro na rua: “Ó cachorro, me cedes tua pele?” E ele, ingênuo, deixando a cadela Arrancou a epiderme com sangue Toda quente de pêlos malhados E se foi para os campos da lua Desvestido da própria nudez Implorando a epiderme da lua. Fui então fantasiado a travesti Arrojado na escala do mundo E não houve lugar para mim. Não sou cão, não sou gente - sou Eu. Iroquês, Iroquês, que fizeste?

Software útil para o Ensino

by tadeufilippini
Software útil para o Ensino Todo o software aqui apresentado é Gratuito Tipo de aplicação Nome da aplicação Endereço de Internet Observações Editores de imagem PhotoPlus http://www.freeserifsoftware.com/software/ PhotoPlus/default.asp Muito semelhante ao Photoshop na aparência Editores de imagem PAINT.net http://www.eecs.wsu.edu/paint.net/ Editor gráfico desenvolvido por estudantes Editores de imagem PhotoFiltre http://www.photofiltre.com/ Editor de imagens gratuito Tipo de aplicação Nome da aplicação URL Observações Visualizadores de imagem IrfanView www.irfanview.com Um dos melhores programas para visualizar imagens Tipo de aplicação Nome da aplicação URL Observações Editor Web e HTML NVU www.nvu.com http://nvu.no.sapo.pt [Tradução Portuguesa (Portugal) do NVU] Excelente editor de páginas web Editor Web e HTML First Page 2000 v2 http://www.evrsoft.com/1stpage2.shtml Editor HTML Tipo de aplicação Nome da aplicação URL Observações Ferramentas de desenho Inkscape http://www.inkscape.org/ Desenho Vectorial Ferramentas de desenho The Gimp http://www.gimp.org/ Desenho pixelizado Ferramentas de desenho Pixia http://park18.wakwak.com/~pixia/ Desenho pixelizado Ferramentas de desenho EVE http://www.goosee.com/goosee/index.shtml Desenho vectorial Tipo de aplicação Nome da aplicação URL Observações Pacotes de escritório Open Office 2 http://www.openoffice.org/ Completo com Processamento de texto, Folha de cálculo, Apresentações, etc. Processador de texto ABI Word http://www.abisource.com/ Processador de texto muito completo Tipo de aplicação Nome da aplicação URL Observações Navegador de Internet FireFOX http://www.mozilla.com/firefox/ Poderoso navegador Tipo de aplicação Nome da aplicação URL Observações Organizador de fotografias PICASA http://www.picasa.com/ O "best seller" da Google para organizar fotografias e fazer álbuns fotográficos Capturador de ecrãs GADWin PrintScreen http://www.gadwin.com/printscreen/?prnscr Dos melhores capturadores de ecrã Offline Browser HTTrack http://www.httrack.com/ Grava localmente todo o conteúdo de um sitio em linha

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07/08/2007 Mentiras sinceras me interessam Estréiam daqui a pouco em São Paulo Terra em Trânsito e Rainha Mentira. Espetáculos do Gerald Thomas. Quadros vivos de arte em carne e osso.

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