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2010

Campus do Mar

by m.meixide
O proxecto do Campus de Excelencia Internacional é unha proposta que, partindo do mar como elemento singular en Galicia, aglutina intereses docentes, económicos e sociais para xerar un ecosistema de coñecemento no ámbito mariño. Trátase dunha acción conxunta do Sistema Universitario de Galicia, o CSIC e o IEO, coa participación activa dos restantes axentes do sistema de Ciencia e Tecnoloxía de Galicia con implicación no ámbito mariño. Esta candidatura liderada pola Universidade de Vigo, xunto coas universidades de Santiago de Compostela, A Coruña e os organismos públicos de investigación, ten como obxectivo nuclear a toda a sociedade de Galicia en torno ao seu potencial docente e investigador no ámbito do mar, cun forte compoñente transfronterizo, mediante o establecemento de vínculos estreitos coas universidades do Norte de Portugal, e aberto ao exterior, proxectándose de forma moi particular cara a América Latina e África.

As Receitas » Blog Archive » Medalhão de frango

by tadeufilippini
Medalhão de frango Posted by Marilia in Porções Ingredientes: 2 peitos de frango cortado em cubos Sal Alho picado Pimenta a gosto 1 xícara de leite 2 xícaras de queijo ralado 1 pacote de bacon em fatias Como Fazer: Separe os cubos de frango e tempere com alho, sal e pimenta ( a gosto). Passe cada cubo de frango no leite, em seguida no queijo ralado. Enrole cada cubo com meia fatia de bacon e prenda com um palito. Leve ao forno em uma assadeira. Asse por 30 minutos ou ate dourar. Sirva quente. Dica: Delicioso aperitivo para tomar cerveja com os amigos. Tags: aperitivo, frango, medalhão

2009

Skype 2.1 para linux | Ubuntero

by tadeufilippini
Skype 2.1 para linux postado em Ubuntu | Saiu a versão beta do skype 2.1. Esta versão traz algumas novidades e muitos bugfix. Entre as novidades podemos destacar as seguintes: * Suporte a vídeo de alta qualidade * Codec de áudio Silk * Suporte a PulseAudio * Envio de SMS * Grupos de contatos * Ícone indicativo de suporte a Vídeo na lista de contatos A lista completa de novidades e erros corrigidos pode ser encontrada aqui e o programa pode ser baixado deste endereço. Utilizei a versão “8.10 32-bit” e tive que desinstalar o skype anterior que já estava instalado no computador. A instalação foi feita em um Ubuntu 9.04 e funcionou perfeitamente, mesmo o pacote ser para 8.10. O que pude perceber de cara foi que a tradução melhorou e vários pequenos bugs, como palavras repetindo no mesmo botão, foram corrigidas. Abaixo estão alguma telas do skype 2.1 beta.

GNOME-colors download

by tadeufilippini (via)
GNOME-colors não é apenas um pacote de ícones para o gerenciador de ambiente gráfico Gnome, mas sim um conjunto de pacotes de ícones, o qual apresenta cinco variações do tema principal, cada uma independente das demais, e variando as cores dos detalhes dos ícones entre as cores azul (Brave), púrpura (Noble), laranja (Human), verde (Wise) e vermelho (Wine). Algumas distribuições, tais como Xubuntu 9.04 (variação do Ubuntu) e Linux Mint 7, já vêm por padrão com o GNOME-colors ou variações dele instaladas no sistema, o que demonstra que o pacote de ícones é confiado e respeitado pelos desenvolvedores. O pacote consiste em 99% de ícones padrão do sistema operacional além de mais de mil ícones que foram desenhados um-a-um e em vários formatos. Pelo fato dos ícones existirem em diversos formatos, você não terá problemas com ícones quadriculados caso escolha um tamanho fora do padrão. Além dos ícones das pastas, da lixeira e do “Meu Computador”, ícones de programas, como por exemplo Skype, Firefox e do Terminal, também são alterados, ficando com uma cara mais amigável. Instalação Extraia o arquivo gnome-colors-3.8.6.tar.gz (isso pode ser feito ao clicar sobre o arquivo e em seguida selecionar a opção “Extrair Aqui”). Será criada uma pasta com o nome gnome-colors-3.8.6, abra ela. Clique com o botão direito sobre o papel de parede da sua área de trabalho e selecione a opção “Alterar plano de fundo”. Na janela que se abrirá, clique na aba "Tema". Volte à pasta gnome-colors-3.8.6 e arraste um-a-um cada arquivo com final .tar.gz para dentro da janela com a aba Tema selecionada.

Linux com corpinho de XP

by tadeufilippini
Na intenção de facilitar a migração de usuários, algumas distribuições Linux vêm com interface bem semelhante a do Windows XP. Mas, será que é uma boa jogar toda essa interface no Linux? Veja essas distribuições com a cara do Windows XP.

Ubuntu Dicas

by tadeufilippini (via)
Chegou! Cd’s do ShipIt Ubuntu Maudy on maio 8th, 2009 E chegou aqui no trampo (trabalho, em paulistês) meus 10 cd’s desktop edition do Ubuntu 9.04! 8 deles já distribui rapidamente, e sem problemas. E ainda cobrei para pelo menos TESTEM o sistema. E a capinha - já mostrada aqui no blog - tá show de bola. Com cara mais profissional e menos “humanista”, mas bonito mesmo assim. E você? Já chegou e o que achou? Tags: 9.04

2008

No caminho com Rodrigo Madeira

by tadeufilippini
1. Você nasceu em Foz do Iguaçu, em 1979. Veio menino para Curitiba. A descoberta da poesia, onde? Se meus pais me obrigassem a jogar bola, eu acharia uma merda. Se me obrigassem a comer doce, eu teria vontade de vomitar. E foi assim com a leitura. Eu era um menino solto, apesar de muito tímido. Queria soletrar amoras no pé, aprender o alfabeto dos peixes e a última piada de português. Literatura, poesia eram palavras que eu não conhecia. Eu era analfabeto. Fui analfabeto até uns 14, 15 anos. Tudo o que eu lia ou estudava era um exercício de Sísifo. Eu não conhecia a magia negra e a epifania das palavras. Eu fazia análise sintática com o desencanto de um necropsista que escolheu a carreira errada, sem a alegria que eu sentia, por exemplo, ao desmembrar formigas. E quando eu lia alguma coisa que não fosse o gibi da Mônica, aquilo não era uma possibilidade de beleza e descoberta e enigma; aquilo era um pé no saco, uma lição de Português, Comunicação Social na minha época. Eu tirava notas absolutamente medíocres. E era meio dislexo, trocava (ainda troco às vezes) “p” por “b”, escrevia “coisa” com “z”, acentuava “tu” e “cu”. Eu só fazia poesia involuntariamente. E jamais com palavras. Não fui uma criança de tiradas maravilhosas. Fui, isso sim, uma criança muitas vezes constrangedora. Um dia, dentro do avião, comecei a gritar que o sujeito do meu lado era a cara do Cascatinha, personagem do Chico Anísio. Outra vez, falei para um deficiente físico caminhar direito.

VAMPIRO letra (Ana Carolina) ♫

by tadeufilippini (via)
Eu uso óculos escuros Pras minhas lágrimas esconder E quando você vem para o meu lado Ai, as lágrimas começam a correr E eu sinto aquela coisa no peito Eu sinto aquela grande confusão Eu sei que eu sou um vampiro Que nunca vai ter paz no coração Às vezes eu fico pensando Porque que eu faço as coisas assim E a noite de verão, ela vai passando Com aquele seu cheiro louco de jasmim E eu fico embriagado de você Eu fico embriagado de paixão No meu corpo o sangue, não corre, não Corre fogo e lava de vulcão Eu fiz uma canção cantando Todo amor que eu sinto por você Você ficava escutando impassível Eu cantando do teu lado a morrer E ainda teve a cara de pau De dizer naquele tom tão educado "Oh, pero que letra mas hermosa que habla de un corazon apasionato..." Por isso é que eu sou um vampiro E com meu cavalo negro eu apronto E vou sugando o sangue dos meninos E das meninas que eu encontro Por isso é bom não se aproximar Muito perto dos meus olhos Senão eu te dou uma mordida Que deixa na sua carne aquela ferida Na minha boca eu sinto A saliva que já secou De tanto esperar aquele beijo ai, Aquele beijo que nunca chegou Você é uma loucura em minha vida Você é uma navalha pros meus olhos Você é o estandarte da agonia Que tem a lua e o sol do meio-dia...

A Vaca de Nariz Sutil

by tadeufilippini (via)
A nova empreitada dos Parlapatões é uma adaptação da obra do romancista mineiro Campos de Carvalho. Seus romances, pouco difundidos, representam algo único na literatura brasileira, pelo seu caráter inovador e sua temática contundente. Recentemente, a montagem de Aderbal Freire-Filho da obra O Púcaro Búlgaro trouxe uma visão teatral sobre a obra de Carvalho. Agora, os Parlapatões montam a novela que trata da vida de um herói de guerra esquizofrênico. A peça marca os dezessete anos na trajetória artística do grupo com um novo desafio de linguagem. Vaca de Nariz Sutil traz um ex-combatente, personagem sempre anônimo, aposentado por invalidez (representado por Henrique Stroeter), que divide o seu quarto de pensão com um surdo-mudo, Aristides (Hugo Possolo). Divide sua loucura, copos e madrugadas com um amigo de bar, que é zelador de um cemitério (Claudinei Brandão). Divide seu coração com a filha deste zelador, Valquíria (Carolina Tilkian), uma adolescente com problemas mentais. E é com ela que o veterano de guerra, obcecado por sexo como qualquer louco ou como qualquer normal, mantém relações sexuais. A obra foi adaptada por Hugo Possolo há mais de vinte anos. O dramaturgo, que também dirige a montagem, traz ao palco uma encenação que passa pelo humor, mas tem forte acento no universo poético. Ao longo dos dezessete anos dos Parlapatões a adaptação sempre esteve presente entre as possibilidades de montagem e, agora, numa fase em que o grupo se crê mais maduro, encontra o fértil momento de sua realização. Colocar a obra de Campos de Carvalho aliada ao humor que caracteriza o grupo pode ser aparentemente contraditório, mas os estilos de Carvalho e do grupo de comediantes têm muito em comum. A encenação tem sua raiz no sarcasmo, no humor ácido, no limite do trágico, que a obra literária traz. Encontra um ponto comum quando não se pretende uma peça cômica e, sim, uma junção clara de humor e tragédia por meio da poesia. Uma busca constante do grupo que, por meio da diversão que seu humor e comunicação direta transitam, quer provocar a reflexão no espectador. A narrativa da novela de Carvalho é fragmentária, cuja linguagem remete ao olhar esquizofrênico da personagem anônima de um herói que não vê mais sentido na vida. A adaptação de Possolo opta por uma ordem aparentemente cronológica de acontecimentos para deixar livre os delírios do protagonista em um contexto mais conflituoso e teatral. Com ritmo frenético e intenso, comunicação direta com a platéia, a encenação pode subverter a própria trajetória de seus atores. Espaço fértil para uma nova investigação artística, onde uma base sólida se confronta com a instabilidade de tempos, na reconstrução de um humor mais abstrato em sua forma e poético em seu resultado. A pesquisa dos Parlapatões, pautada na síntese do risível de todas essas personagens, é essencial para desvendar o risco e o poder da subversão de valores moralistas e reacionários. Imputa uma angústia ao público quando o riso se transforma em desconforto. E, então, pode se chegar a uma forte ligação entre lirismo e humor. Ficha Técnica Texto e Direção: Hugo Possolo Livre adaptação da novela Vaca de Nariz Sutil,de Campos de Carvalho. Elenco:Henrique Stroeter, Carolina Tilkian, Hugo Possolo, Raul Barretto, Claudinei Brandão Potiguara Novazzi Alexandre Bamba Mário Matias Atriz Substituta: Janaína Enguel Assistente de Direção: Fernanda Cunha Cenário: Luiz Frúgoli Sonoplastia: Aline Meyer Figurinos: Hugo Possolo Adereços: Inês Sakai IIluminação: Marcos Loureiro, Reynaldo Thomaz e Hugo Possolo Vídeo (Captação, edição e operação): Ronaldo Cahin Operação de som: Marcos Meneghessi Operação de luz: Reynaldo Thomaz Locução: Paulo Pansani Cenotécnica: Tkceno - Dilson Tavares e Soraya Kolle Costureira: Alice Correia Comunicação: Vivian Dozono Fotos: Luiz Doroneto Programação Visual: Werner Schulz e Paula Bauab Produção Executiva: Cristiani Zonzini Assistente de Produção: Júlio César Dória Secretária e Assisitente de Produção: Janaína Oliviera Realização: Parlapatões, Patifes & Paspalhões Serviço: De 25/04 a 01/06 Sextas e Sábados 21h Domingos 20h Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) Espaço Parlapatões Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro Informações: 3258 4449 Ingresso Rápido: 4003 1212

Baixinha, cara de menina « Olhos Caramelos

by tadeufilippini
O grupo Parlapatões publicou, em janeiro, anúncio procurando atriz “de baixa estatura” para a peça “A Vaca de Nariz Sutil”. Carolina Tilkian –1,65m e 24 anos – decidiu encarar o teste. “Cheguei lá e vi 180 baixinhas, com cara de menina. Todas como eu”, diz. Algumas etapas depois, ela foi escolhida e, agora, ensaia o texto para subir ao palco do teatro em abril. * Não tenho dúvidas de que ela deve ser uma ótima atriz, e pela foto parece ser uma fofa, mas vamos combinar: uma mulher de 1,65m não é baixinha, né?! Hehehe. Com um mero saltinho ela já fica com 1,70m. Baixinha sou eu que tenho 1,48m. Mas vale mesmo assim pela valorização das baixinhas com cara de menina! Porque não existe só mulherão sensual no mundo. Fonte: Folha de S.Paulo Foto: Bruno Miranda/Folha Imagem

Dedo de Moça

by tadeufilippini
O nome dela é Virgilina - e sim, ela é virgem, aos 80 anos. É a Tia Nastácia da família. Não, não! A Tia Nastácia era apenas cozinheira e a Vigi... a Vigi não. Os domínios da Vigi vão além da cozinha. Começam no nosso coração, imperam em nossos estômagos e comandam nossa memória afetiva. A Vigi é a terceira avó de todos nós. Bate abaixo dos meus peitos. É negra. É a cara do Didi Mocó. É semianalfabeta, não sabe falar Tupperware, nem táxi, nem tóxico. Mas eu cresci achando que era minha tia-avó. E só me toquei que ela não podia, por razões óbvias, ser minha parenta de verdade – por de verdade entenda-se biológica - quando já com 12 anos um amigo me chamou a atenção: “Irmã da sua avó como se ela é negra?” Foi um choque. Negra? A Vigi não tem cor! Nem eu! Ela não é negra nem branca, ela é a Vigi! E decidi que isso não tinha a menor importância. Ela é minha avó também. Minha terceira avó. E ponto final. Cozinha maravilhosamente bem. Só comida caseira, daquelas que fazem a gente se sentir em casa mesmo, tranqüilo, protegido e com a vida pela frente. E quem experimenta não esquece nunca mais. É tão bom que quando ela fala "Ih, hoje só tem arroz com ovo que eu tô pobrinha..." a resposta é certa: manda!!!! E olha que eu não gosto de arroz com ovo... Mas na cozinha ela é Deus. E o ovo de gema molinha dela é perfeito. Redondinho e sorridente. É daquelas pessoas que depois que se vão, você fala com os olhos cheios d'água e mesmo ainda viva, a gente se emociona. E ela se diverte com isso: "Daqui a pouco papai do céu me leva...". E eu surto, brigo, digo que vou morrer primeiro. E ela dá risada da minha angústia, pode? Cresci comendo Creme Cascata. Um sorvete de três camadas caseiríssimo, presença garantida nos almoços de domingo. Uma delícia protagonista de brigas de foice entre primos, irmãos, pais e filhos, avós e netos pelo último pedaço! O pomo da discórdia, o pecado da gula, feito com carinho para os todos os netos. A Vigi tinha um soluço que durou anos e finalmente acabou – junto com o hábito de chamar a família toda até chegar no seu nome. Quanto mais novo, mais longa a cantilena: Abigail, Alice, Aurelinho, Eulina, Ariston, Beatriz, Lurdinha, João, Ania, Ceres, Espéria, Verbena, Anita, Elyda, Regina-ai-meu-Deus, Pit!!! Tudo entremeado por soluços altos e fortes que faziam seu corpo todo tremer e as crianças, bom, as crianças riam escancarado. E ela também. “A vida é um buraco, um buraco é a vida...”. O bordão derrotista é repetido já há uma vida inteira, enquanto as mãos fortes ralam o coco que vai se transformar em cuscuz famoso e requisitado. O cheiro do camarão seco – “tomando ar pra ficar bem sequinho” – invade a casa, molhando a boca e avisando: Caruru vem aí! E o povo já começa a sonhar com o Vatapá. Esperar o bolo esfriar? Ah, Vigi... não dá! Bolo fofo, quentinho... tentação de mais. Será que o pastor, Glória-Glória-Aleluia, sabe que sua ovelha nos leva à perdição com a luxúria dos sabores? Louvemos-ao-senhor!

Psicologia USP - Dante Moreira Leite: a pioneer of social psychology in Brazil

by tadeufilippini (via)
Apresenta-se o trabalho pioneiro no Brasil, na área da Psicologia Social, de Dante Moreira Leite, consignado em três obras: O Caráter Nacional Brasileiro, Psicologia Diferencial e Psicologia e Literatura. Nessas obras examinam-se em particular os tópicos relações interpessoais, caráter nacional e vinculações entre Literatura e Psicologia. Apresentam-se também, brevemente, o Autor em suas atividades de professor, pesquisador, escritor, tradutor e administrador acadêmico © 2008 Instituto de Psicologia Av. Prof. Mello Moraes, 1721 - Bloco G, sala 20 Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira 05508-900 São Paulo SP - Brazil Tel.: +55 11 3091-4452 Fax: +55 11 3091-4462

DANTE-MOREIRA-LEITE-UM-PIONEIRO-DA-PSICOLOGIA-SOCIAL-BRASIL

by tadeufilippini (via)
Dante Moreira Leite: um pioneiro da psicologia social no Brasil Paiva,Geraldo José de Location: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65642000000200003 Apresenta-se o trabalho pioneiro no Brasil, na área da Psicologia Social, de Dante Moreira Leite, consignado em três obras: O Caráter Nacional Brasileiro, Psicologia Diferencial e Psicologia e Literatura. Nessas obras examinam-se em particular os tópicos relações interpessoais, caráter nacional e vinculações entre Literatura e Psicologia. Apresentam-se também, brevemente, o Autor em suas atividades de professor, pesquisador, escritor, tradutor e administrador acadêmico. Belongs to: SciELO - Scientific Electronic Library Online

Fundação Editora da UNESP

by tadeufilippini (via)
Dante Moreira Leite usa a Literatura para apresentar conceitos sobre as relações interpessoais Dante Moreira leite Pioneiro da Psicologia Social no Brasil, Dante Moreira Leite também é uma grande referência para pesquisadores das áreas da Educação, Literatura e História da Cultura brasileira. E é justamente no encontro de duas destas áreas, da Psicologia com a Literatura, que surgiu sua obra clássica, justamente intitulada Psicologia e Literatura, e muitos textos que aprofundavam este estudo e que foram reunidos em O amor romântico e outros temas, cuja terceira edição, revista e ampliada, é lançada agora pela Editora Unesp. Os artigos e ensaios de O amor romântico e outros temas tanto utilizam os recursos da psicologia para examinar obras literárias quanto recorrem às obras literárias para apresentar aspectos da psicologia das relações interpessoais. Nesta terceira edição, 11 novos textos são incorporados, sendo dois deles inéditos e nove que estavam dispersos. Nesta obra de Moreira Leite, encontramos, por exemplo, as análises das interpretações dadas por Freud a Hamlet de Shakespeare, assim como artigos sobre a autobiografia de Freud e a biografia que Ernest Jones escreveu sobre o pai da psicanálise. Enfoca também, entre outros temas, a relação entre romantismo e nacionalismo, a teoria da ingratidão, a ficção de Guimarães Rosa, a questão da criatividade em literatura e a psicologia social de Os Sertões. Destaque também para os sete artigos desenvolvidos paralelamente aos estudos realizados para O caráter nacional brasileiro, que teorizam sobre o caráter nacional norte- americano, o alemão e uma análise que desmonta a visão do futebol brasileiro apresentada por Gilberto Freyre. Sobre o autor - Dante Moreira Leite (1927 - 1976) cursou Filosofia na Universidade de São Paulo, onde obteve seus títulos acadêmicos. Publicou O caráter nacional brasileiro, O amor romântico e outros temas, Psicologia e literatura, Psicologia diferencial, além das antologias Personalidade e O desenvolvimento da criança. Lecionou em diversas unidades da USP, da atual Unesp e da PUC. Foi professor visitante da Universidade de Wisconsin (Madison, EUA), em 1967, e, em 1974, assumiu a direção do Instituto de Psicologia da USP. Título: O amor romântico e outros temas Autor: Dante Moreira leite Páginas: 304 Formato: 14 x 21 cm Preço: R$ 42 ISBN: 85-7139-770-5 - terceira edição, revista e ampliada Data de publicação: 2007

Live CD oficial do Debian

by tadeufilippini (via)
“Estava brincando no Distrowatch quando dei de cara com a notícia: Debian Live! A primeira versão oficial de um live cd Debian, com tudo o que se espera de um bom Debian, e com instalador. O CD está disponível com 3 variantes de desktop: GNOME, KDE e Xfce.” Enviado por Marcelo Ulianov (marceloulianovΘgmail·com) - referência (distrowatch.com).

WWW.FPESSOA.COM.AR .::. Tabacaria

by tadeufilippini
Para este poema Pessoa encarou a hipótese de outro título: Marcha Da Derrota, ainda foi impresso nas provas da Presença. Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?), Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente, Para uma rua inacessível a todos os pensamentos, Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa, Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres, Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens, Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada. Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade. Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, E não tivesse mais irmandade com as coisas Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada De dentro da minha cabeça, E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida. Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu. Estou hoje dividido entre a lealdade que devo À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora, E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro. Falhei em tudo. Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada. A aprendizagem que me deram, Desci dela pela janela das traseiras da casa. Fui até ao campo com grandes propósitos. Mas lá encontrei só ervas e árvores, E quando havia gente era igual à outra. Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar? Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas penso tanta coisa! E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos! Gênio? Neste momento Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu, E a história não marcará, quem sabe?, nem um, Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras. Não, não creio em mim. Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas! Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo? Não, nem em mim... Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando? Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas - Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -, E quem sabe se realizáveis, Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente? O mundo é para quem nasce para o conquistar E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão. Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez. Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo, Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu. Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda, Ainda que não more nela; Serei sempre o que não nasceu para isso; Serei sempre só o que tinha qualidades; Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta, E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira, E ouviu a voz de Deus num poço tapado. Crer em mim? Não, nem em nada. Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo, E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha. Escravos cardíacos das estrelas, Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama; Mas acordamos e ele é opaco, Levantamo-nos e ele é alheio, Saímos de casa e ele é a terra inteira, Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido. (Come chocolates, pequena; Come chocolates! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria. Come, pequena suja, come! Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes! Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho, Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.) Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei A caligrafia rápida destes versos, Pórtico partido para o Impossível. Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas, Nobre ao menos no gesto largo com que atiro A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas, E fico em casa sem camisa. (Tu que consolas, que não existes e por isso consolas, Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva, Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta, Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida, Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua, Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais, Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê - Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire! Meu coração é um balde despejado. Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco A mim mesmo e não encontro nada. Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta. Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam, Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam, Vejo os cães que também existem, E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo, E tudo isto é estrangeiro, como tudo.) Vivi, estudei, amei e até cri, E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu. Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira, E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses (Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso); Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente Fiz de mim o que não soube E o que podia fazer de mim não o fiz. O dominó que vesti era errado. Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara. Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido. Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado. Deitei fora a máscara e dormi no vestiário Como um cão tolerado pela gerência Por ser inofensivo E vou escrever esta história para provar que sou sublime. Essência musical dos meus versos inúteis, Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse, E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte, Calcando aos pés a consciência de estar existindo, Como um tapete em que um bêbado tropeça Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada. Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta. Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada E com o desconforto da alma mal-entendendo. Ele morrerá e eu morrerei. Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos. A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também. Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta, E a língua em que foram escritos os versos. Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu. Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas, Sempre uma coisa defronte da outra, Sempre uma coisa tão inútil como a outra, Sempre o impossível tão estúpido como o real, Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície, Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra. Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?) E a realidade plausível cai de repente em cima de mim. Semiergo-me enérgico, convencido, humano, E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário. Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos. Sigo o fumo como uma rota própria, E gozo, num momento sensitivo e competente, A libertação de todas as especulações E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto. Depois deito-me para trás na cadeira E continuo fumando. Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando. (Se eu casasse com a filha da minha lavadeira Talvez fosse feliz.) Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela. O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?). Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica. (O Dono da Tabacaria chegou à porta.) Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me. Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu. No soy nada. Nunca seré nada. No puedo querer ser nada. Aparte de eso, tengo en mí todos los sueños del mundo. Ventanas de mi cuarto, De mi cuarto de uno de los millones del mundo que nadie sabe quién es (Y si supieran quién es, qué sabrían?), De ahí para el misterio de una calle cruzada constántemente por gente, Para una calle inaccesible a todos los pensamientos, Real, imposíblemente real, cierta, desconocídamente cierta, Con el misterio de las cosas por debajo de las piedras y de los seres, Con la muerte por la humedad en las paredes y pelos blancos en los hombres, Con el Destino conduciendo la carroza de todo por la avenida de nada. Estoy hoy vencido, como si supiera la verdad. Estoy hoy lúcido, como si estuviera para morir, Y no tuviera más hermandad con las cosas Sinó una despedida, tornándose esta casa y este lado de la calle La hilera de carruajes de un convoy, y una partida silbatada De dentro de mí cabeza, Y una sacudida de mis nervios y un crujir de huesos en la ida. Estoy hoy perplejo, como quien pensó y creyó y olvidó. Estoy hoy dividido entre la lealtad que debo A la Tabaquería del otro lado de la calle, como cosa real por fuera, Y a la sensación de que todo es sueño, como cosa real por dentro. Fallé en todo. Como no hice propósito ninguno, tal vez todo fuera nada. El aprendizaje que me dieron, Descendí de ella por la ventana de los fondos de la casa. Fui hasta el campo con grandes propósitos. Mas allá encontré sólo hierbas y árboles, Y cuando había gente era igual a la otra. Salgo de la ventana, me siento en una silla. En qué he de pensar? Qué se to de lo que seré, yo que no sé lo que soy? Ser lo que pienso? Pero pienso tanta cosa! Y hay tantos que piensan ser la misma cosa que no puede haber tantos! Genio? En este momento Cien mil cerebros se conciben en sueño genios como yo, Y la historia no marcará, quién sabe?, ni uno, Ni habrá sinó mierda de tantas conquistas futuras. No, no creo en mí. En todos los manicomios hay enfermos locos con tantas certezas! Yo, que no tengo ninguna certeza, soy más cierto o menos cierto? No, ni en mí... En cuántas mansardas y no-mansardas del mundo No estan en este momento genios-para-sí-mismos soñando? Cuántas aspiraciones altas y nobles y lúcidas - Sí, verdaréramente altas y nobles y lúcidas -, Y quién sabe si realizables, Nunca verán la luz del sol real ni hallarán oidos de gente? El mundo es para quien nace para conquistarlo Y no para quien sueña que puede conquistarlo, aunque tenga razón. Tengo soñado más que lo que Napoleón hizo. Tengo apretado al pecho hipotético más humanidades que las de Cristo, Tengo hechas filosofías en secreto que ningún Kant escribió. Mas soy, y tal vez seré siempre, el de la mansarda, Aunque no viva en ella; Seré siempre el que no nació para eso; Seré siempre sólo el que tenga cualidades; Seré siempre el que esperó que le abriesen la puerta al pie de una pared sin puerta, Y cantó la canción del Infinito en una capoeira, Y oyó la voz de Dios en un pozo tapado. Creer en mí? No, ni en nada. Derrameme la Naturaleza sobre la cabeza ardiente Su sol, su lluvia, el viento que me halla el pelo, E el resto que venga si viene, o tenga que venir, o no venga Esclavos cardíacos de las estrellas, Conquistamos todo el mundo antes de levantarnos de la cama; Mas despertamos y él es opaco, Nos levantamos y él es ajeno, Salimos de casa y él es la tierra entera, Más el sistema solar y la Via Láctea y el Indefinido. (Come chocolates, pequeña; Come chocolates! Mira que no hay más metafísica en el mundo sinó chocolates. Mira que las religiones todas no enseñan más que la confitería. Come, pequeña sucia, come! Pudiera yo comer chocolates con la misma verdad con que comes! Pero yo pienso y, al tirar el papel de plata, que es de hoja de estaño, Dejo todo por el suelo, como hube dejado la vida.) Pero al menos queda de la amargura de lo que nunca seré La caligrafia rapida de estos versos, Pórtico partido para el Imposible. Pero al menos consagro a mí mismo un desprecio sin lágrimas, Noble al menos en el gesto largo con el que tiro La ropa sucia que soy, en rol, para el decurso de las cosas, Y quedo en casa sin camisa. (Tú que consuelas, que no existes y por eso consuelas, O diosa griega, concebida como estatua que fuera viva, O patricia romana, imposiblemente noble y nefasta, O princesa de trovadores, gentilisima y colorida, O marquesa del siglo dieciocho, escotada y lejana, O cocot(*) célebre del tiempo de nuestros padres, O no sé qué moderno - no concibo bien el qué - Todo eso, sea lo que fuere, que seas, si puede inspirar que inspire! Mi corazón es un balde despejado. Como los que invocan espíritus invocan espíritus invoco A mí mismo y no encuentro nada. Llego a la ventana y veo la calle con una nitidez absoluta. Veo las tiendas, veo los paseos, veo los autos que pasan, Veo los entes vivos vestidos que se cruzan, Veo los canes que también existen, Y todo esto me pesa como una condena al exilio, Y todo esto es extranjero, como todo.) Viví, estudié, amé y hasta creí, Y hoy no hay mendigo que yo no envidie solo por no ser yo. Miro a cada uno de los andrajos y las llagas y la mentira, Y pienso: tal vez nunca vivieras ni estudiaras ni amases ni creyeras (Porque es posible hacer la realidad de todo eso sin hacer nada de eso); Tal vez hallas existido apenas, como un lagarto a quien cortan el rabo Y que es rabo para abajo del lagarto remezcládamente Hice de mí lo que supe Y lo que podía hacer de mí no lo hice. El dominó(**) que vestí era yerrado. Conociéronme después por quien no era y no desmentí, y me perdí. Cuando quise sacar la máscara, Estaba pegada a la cara. Cuando la saqué y me vi al espejo, Ya había envejecido. Estaba ebrio, ya no sabía vestir el dominó que no había sacado. Dejé fuera la máscara y dormi en el bestiario Como un perro tolerado por la gerencia Por ser inofensivo Y voy a escribir esta historia para probar que soy sublime. Esencia musical de mis versos inútiles, Quien me diera encontrarme como cosa que yo hiciera, Y no quedase siempre delante de la Tabaquería de delante, Tacoñando a los pies la consciencia de estar exisitendo, Como un tapete en que un borracho tropieza O un felpudo que los gitanos robaron y no valia nada. Mas el Dueño de la Tabaquería llegó a la puerta y se quedó en la puerta. Lo miró con el desconforto de la cabeza mal girada Y con el desconforto de la alma mal-entendiendo. Él morirá o yo moriré. Él dejará la pizarra, yo dejaré los versos. A cierta altura morirá la pizarra también, los versos también. Después de cierta altura morirá la calle donde estuvo la pizarra, Y la lengua en que fueran escritos los versos. Morirá después el planeta girante en que todo esto se dio. En otros satélites de otros sistemas cualquier cosa como gente Continuará hacienco cosas como versos y viviendo por bajo de cosas como pizarras, Siempre una cosa de frente de la otra, Siempre una cosa tan inútil como la otra, Siempre el imposible tan estúpido como el real, Siempre el misterio del fondo tan cierto como el sueño de miterio de la superficie, Siempre esto o siempre otra cosa o ni una cosa ni otra. Mas un hombre entró en la Tabaquería (para comprar tabaco?) Y la realidad plausible cae de repente encima de mí. Me semiergo enérgico, convencido, humano, Y voy a intentar escribir estos versos en que digo lo contrario. Enciendo un cigarro al pensar en escribirlos Y saboreo en el cigarro la libertación de todos los pensamientos. Sigo el humo como una ruta propia, Y gozo, en un momento sensitivo y competente, La libertación de todas las especulaciones Y la consciencia de que la metafísica es una consecuencia de estar mal dispuesto. Después me dejo para atrás en la silla Y continúo fumando. Mientras el Destino me lo conceda, continuaré fumando. (Si yo me casara con la hija de mi lavandera Tal vez fuera feliz.) Visto eso, me levanto de la silla. Voy a la ventana. El hombre salió de la Tabaquería (metiendo cambio en el bolsillo de las calzas?) Ah, lo conozco, es Estevez sin metafísica. (El Dueño de la Tabaquería llegó a la puerta.) Como por un instinto divino Estevez se dio vuelta y me vio. Me señó adiós, le grité Adios Oh Estevez!, y el universo Se me renconstruyó sin ideal ni esperanza, y el Dueño de la Tabaquería sonrió. Álvaro de Campos 15-1-1928

Shareaza Download

by tadeufilippini
Shareaza é um programa para compartilhamento de arquivos. Com ele é possível encontrar e compartilhar músicas, vídeos, filmes, imagens, livros, jogos e etc. O programa suporta as redes Gnutella, eDonkey e BitTorrent, por isso, é muito mais fácil encontrar os arquivos que você procura. Além disso, a interface é pratica e não será instalado nenhum tipo de spyware ou adware em seu computador. Você encontrará skins para deixa-lo com a sua cara, players para ouvir seus sons antes de serem completamente baixados e muito mais! O Shareaza está disponível em varias línguas, incluindo o Português. Roda em Windows 98, NT, 2000, Millenium, XP, Vista

Linux: Superkaramba: mudando a cara do seu KDE [Dica]

by tadeufilippini (via)
INSTALADO HOJE AQUI NO KDE 4.1 DA SEGUINTE FORMA(SIMPLES ): Add/Remove Programs QUE SE TRANSFORMA EM : Instalador do Adept DIGITEI karamba APARECEU SuperKaramba E FOI INSTALADO LÁ ESCRITO : An engine for cool desktop eyecandy

Tecnologia Livre - “Tecnologia digital ao alcance de todos”

by tadeufilippini
Linux Italiano July 25th, 2008 by elio Esses dias entrei em contato com uma distribuição Linux pouco conhecida. Uma distribuição Linux italiana de excelente qualidade gráfica. Posso dizer que é um dos Linux mais bonitos e mais bem caprichados que eu já vi. Trata-se da distribuição Sabayon. Baixei ontem a noite o queimei o iso dela e estou aqui usando muito satisfeito. Além de ser muito bonita no quesito interface gráfica, a ditribuição é muito estável, confiável e muito rápida. Já reconheceu de cara todos os periféricos do meu notebook sem nenhum problema, inclusive placa gráfica, liberando os efeitos 3D do Compiz. Dentro de minhas pesquisas sobre o Linux ao redor do mundo, com essa distribuição posso verificar que todos os países estão criando as suas próprias distribuições Linux. Assim, temos muito mais opções a serem vistas e estudadas. Por isso, que eu gosto do mundo do software live, não é preciso ficar na mão de um único “William Gates III”. Caso tenham curiosidade, ou queiram experientar a distribuição, aqui está o endereço.

Divã Rosa Choque

by tadeufilippini (via)
* Anna Oh! * Biscavó * MELINDROSA * Black Cat * Marilyn Monroe * Perséfone * *Dulce Herrera* * Marie Curie * Penelope "A Charmosa" * Andreas Ribeiro Fale com o Divã divarosachoque@hotmail.com Para melhorar o nosso blog gostaríamos que você respondesse qual a resolução de tela que você usa: * Comunidade no Orkut Busca Nuvem de Tags Retorno do Recalcado * ▼ 2008 (87) o ▼ Julho (34) Qual o seu placar? Frases - Pt 3 Atençao senhores passageiros... Você acredita em vida depois do amor? Mais um tema polêmico Picasso Vaidade é Feminilidade? Na bundinha não!! ...não? (Sexo Anal) Presentes e cartas de ex Plus ça change, plus c'est la même chose Sobre o feminino Atenção Todos os Colunistas!!! Homem Perfeito LEITURAS: Marian Keyes Cadê o romantismo?? Afinal quem tem culpa?!? Um Dia Mau Muito Mauu!!! Histérica! Genes do amor??? Frases -Pt 2 Love is a losing game Não sei jogar Com licença, estou entrando! Xaveco? Só um cara FALA A VERDADE Não tenho o que vestir! Frases - Pt 1 Tipos de Homem ( Parte 3) Qual a solução para a rotina feminina moderna? PELA NET: Você conhece o orgasmo do sexo oposto? Cinema a um Homens-Alimento Homens-Investimento o ► Junho (28) Filhinho da Mamãe Efeito Bissexualidade Amizade Possível Peligro! Danger! Perigo! Viver de passado ainda me mata* Os homens e seus comportamentos - parte I A Tmp Emo Maldades Cotidianas PELA NET: Universidade Feminina Irmãs que a gente escolhe! Sexo Casual Libertina Sentimental... Um Brinde à Dignidade O Feitiço do Tempo Back in Black (ou melhor, in Pink) o ► Maio (24) o ► Abril (1) RSS Postagens Atom Postagens Todos os comentários Atom Todos os comentários Recomendamos: * As Chattinhas * Bem Resolvida * Cirandas de uma Rosa * Do Avesso * Garota em Movimento * Mulheres Separadas * O Equilibrador de Pratos * O que os homens pensam? Powered By Blogger LINK AQUI EM http://www.blogger.com/profile/16195128762494502000 divarosachoque@gmail.com

aujourd´hui: Malhação de Gerald Thomas

by tadeufilippini
Que Gerald Thomas é um babaca eu já sabia. Não fazia questão nenhuma de acompanhar sua “estética” teatral, muito menos a sua egóica personalidade. Ele que comentou (referindo- se ao Antunes): “Já houve época em que fomos amigos. Assim como a classe teatral deveria ser. Quer dizer, exagero, claro. A utopia é sempre uma....utopia.Ao invés de estar infestada de vespas, essa classe já tão dividida e tão fodida, ainda consegue se auto-envenenar por causa de....ego mal resolvido” , ao meu ver é o próprio Ego mal resolvido(porque se fosse bem resolvido certamente não seria tão mala). Mas, enfim, sendo professora de um curso ligado ao Teatro (na Faculdade de Artes do Paraná), mesmo sem gostar ou concordar com determinada referência considero de fundamental importância conhecê-la melhor: ou para mudar a opinião ou para argumentar a crítica com mais embasamento. Eis que em plena véspera de malhação de Judas resolvi assistir a palestra “Gerald Thomas e seu teatro”. Feriado chuvoso em Curitiba e o evento foi marcado para as 16h num teatro muito, muito, muito, muito, muito, muito e muito longe. E mesmo entre outras ótimas opções de programação, escolhi verificar qual é a desse mala, quer dizer, desse cara. Enfim, fui lá e agora posso afirmar com todas as letras: não gostei de “Gerald Thomas e seu teatro”. Por quê? Porque simplesmente não vi e não gostei; o Senhor "Ego Bem Resolvido” não veio para a palestra divulgada oficialmente na Programação do Festival de Teatro de Curitiba “porque não conseguiu passagens aéreas a tempo”. E claro, a platéia do evento não foi devidamente informada já que essa decisão do Diretor foi em cima da hora. Me poupem!! Nesse sábado de aleluia vou malhar o Thomas e o espaço aqui está aberto para quem queira me ajudar. Humpf! postado por Ju às 15:47

K-Meleon

by tadeufilippini & 8 others (via)
K-Meleon - O Navegador Que Você Controla K-Meleon é um navegador Web extremamente rápido, personalizável e leve para a plataforma Windows (Win32), baseado na tecnologia Gecko (tecnologia do Mozilla). K-Meleon é gratuito, de código aberto (Open Source) e foi liberado sob a licença GNU General Public License. Para obter links às seções do Wiki do K-Meleon, visite a página Bem-vindo. Você também pode procurar nas páginas Wiki por documentos relacionados à uma pergunta específica. Para Traduções das páginas Wiki, clique na bandeira de seu país à esquerda. Você pode ler a lista de Características disponíveis no K-Meleon antes de Baixar a última versão disponível (versão atual 1.02) e para experimentá-lo. Você também pode ver algumas Capturas de Tela antes, se desejar saber como é a "cara" do K-Meleon. As últimas informações sobre o desenvolvimento do K-Meleon estão na seção de Notícias. Outras notícias, incluindo links para artigos externos e revisões do K-Meleon podem ser encontrados na Central de Imprensa. Na seção de Documentação, você pode ler sobre a História do K-Meleon, verificar as Perguntas Mais Freqüentes e os Tutoriais ou ler o Guia do Usuário e o Manual de Referência. Há também um Guia de Instalação e textos que descrevem como instalar e usar Plugins de Terceiros, como o plugin Java, Flash e RealPlayer, bem como muitos outros. Dentre os Recursos, você encontrará: Temas, Skins & Throbbers, Ícones, Botões e Banners, Links para recursos externos e Traduções do programa. A seção de Recursos é também o lugar para encontrar e compartilhar Macros, as quais expandem as características do K-Meleon através do plugin de macros. Por favor, Contribua para este projeto como programador, beta-tester, escritor de documentação, Tradutor, artista, editor de notícias ou de qualquer outra forma. Nós precisamos de sua ajuda! Latest News 2008-07-18: K-Meleon 1.1.6, an update to Gecko engine 1.8.1.17pre was released. 2008-04-08: K-Meleon 1.1.5, an update to Gecko engine 1.8.1.14 was released. This version is now also available in simplified Chinese. 2008-02-11: K-Meleon 1.1.4, an update to Gecko engine 1.8.1.12 was released. 2007-11-26: K-Meleon 1.1.3, an update to Gecko engine 1.8.1.10 was released. It includes the new Update Checker Plugin, which is automatically checking for new releases once a week. 2007-08-08: K-Meleon 1.1.2, an update to Mozilla 1.8.1.6 codebase was released. It includes some bug fixes. 2007-05-22: K-Meleon 1.1 was released, based on Mozilla 1.8.1.4 codebase. It includes numerous important updates. Currently available in English, German, French, Spanish and Russian.

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